Centrais e estudantes protestam contra juros altos em São Paulo
Data de publicação: 17 Mar 2026
O ato, organizado pelas centrais sindicais, reuniu trabalhadores, diversas lideranças e também contou com a participação de representantes da UNE (União Nacional dos Estudantes), em defesa de uma economia mais justa, com crescimento, geração de empregos e melhores condições de vida para a população.

Durante a mobilização, o presidente da NCST-SP, Nailton Francisco de Souza (Porreta), destacou que a manutenção da taxa de juros em níveis elevados prejudica o desenvolvimento econômico do país e impacta diretamente a vida da classe trabalhadora, encarecendo o crédito e dificultando o consumo e os investimentos.

O diretor da Nova Central-SP, Luiz Gonçalves (Luizinho), também criticou a política de juros. Segundo ele, as taxas elevadas prejudicam a indústria nacional e dificultam a produção. “É um absurdo manter essa taxa”, afirmou.

O protesto ocorreu um dia antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que decidirá a nova taxa básica de juros, atualmente em 15%.
A presidente da Nova Central, Sônia Zerino, também reforçou a posição da entidade e elogiou a atuação da NCST-SP na mobilização. “A participação da NCST-SP demonstra o compromisso e a força da nossa organização na defesa dos trabalhadores. Não é possível construir um país mais equilibrado com juros tão elevados. É preciso garantir condições para o crescimento, geração de empregos e valorização do trabalho”, afirmou, destacando ainda que a entidade segue firme na luta por políticas econômicas que promovam o desenvolvimento com justiça social.



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