Trabalhadores em Transportes Rodoviário participarão da luta contra a PEC 241

Data de publicação: 28 Out 2016


Na preparação do “Dia Nacional de Greve e Manifestações”, marcado para o 11 de novembro pelas centrais sindicais, por sugestão da CNTTT - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Nova Central, reivindicações específicas do setor de transportes foram incluídas na luta contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC – 241/2016) que visa congelar por 20 anos investimentos em serviços públicos.

Em reunião realizada quinta-feira (27/10) na sede da Nova central em Brasília, com os presidentes das Federações dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários, filiados à CNTTT o presidente Omar José Gomes (sr. Omar) sugeriu uma agenda de mobilizações nas bases, com panfletagens e assembleias para conscientizar os trabalhadores (as) da ofensiva para retirar seus direitos trabalhistas e sociais.

No entanto, disse que é preciso incluir temas específicos que tem afetado o dia a dia da categoria como a suspensão da Portaria 1.297/2017 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que aumentou consideravelmente o nível de exposição à Vibração de Corpo Inteiro (VCI); ajustes na Lei 13.103/2015; garantir espaço na discussão do Marco Regulatório do Transporte Rodoviário de Cargas e o emprego dos cobradores de ônibus.

De acordo com José Alves do Couto Filho (Toré), presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Setor Diferenciado de São Paulo (STERIIISP) e secretário Nacional do Plano dos Trabalhadores em Transportes da Nova Central, experiências passadas de greves gerias só obtiveram êxitos com a participação do seguimento de transportes.

“Reconhecemos que por uma questão cultural a imensa maioria da classe trabalhadora é economicista e imediatista. Os assuntos mais gerais que lhes afetará no futuro como Reformas da Previdência e Trabalhista; Terceirização; o Negociado sobre o Legislado; aumento da Jornada de Trabalho e Contrato de Trabalho Precários, infelizmente, não os fazem despertar e ir às ruas”, argumenta Toré.

Porém, acredita no poder de mobilização e na unidade das centrais sindicais para mudar o desânimo generalizado que contaminou a população em geral desde 2013. Mas para que isso aconteça de fato será preciso dialogar com todos os movimentos sociais com uma Campanha Nacional em defesa da soberania do Brasil.
 
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

NEWSLETTER
RECEBA NOTÍCIAS POR EMAIL

Receba diariamente todas as notícias publicadas em nosso portal. Após cadastro, confirme sua inscrição clicando no link que chegará em sua caixa de entrada. Confira essa novidade!

Endereço: SAUS Quadra 04 Bloco A Salas 905 a 908 (Ed. Victória) - CEP:70070-938 - Brasília-DF | Telefone: (61) 3226-4000

Back to Top