Delegados da NCST se preparam para a II Conferência Nacional do Trabalho em São Paulo
Data de publicação: 23 Fev 2026
Aconteceu na manhã desta segunda-feira (23) a reunião dos delegados e delegadas da NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores que participarão, nos dias 3, 4 e 5 de março, em São Paulo, da II CNT – Conferência Nacional do Trabalho. O evento tem como objetivo estabelecer diretrizes para a promoção do trabalho decente no Brasil, fortalecer o diálogo social e incentivar a construção coletiva de políticas públicas.
A presidente nacional da NCST, Sônia Zerino, informou que ano passado representantes do governo, trabalhadores e trabalhadoras, empregadores nas 27 unidades da Federação, debateram em suas respectivas conferências sugestões voltadas à geração de emprego, à negociação coletiva, à qualificação profissional, à proteção social e desenvolvimento sustentável.
“As mais de 370 propostas estaduais, subsidiará a II CNT. Vamos construir, de forma colaborativa, um plano nacional voltado ao trabalho decente, ao emprego digno, à inclusão produtiva, à qualificação profissional e à preparação do país para as transformações tecnológicas, digitais, ecológicas e demográficas que moldam o futuro do mundo do trabalho”, esclareceu Sônia.
Nailton Francisco de Souza (Porreta), presidente da NCST/SP – Nova Central Sindical no Estado de São Paulo, comentou que na conferência de São Paulo participou do Grupo 1 – Relações do Trabalho, Negociação Coletiva e Segurança Jurídica, temas amplamente discutidos e que teve divergência patronal no tocante o desconto de contribuições para sindicato laboral.
Alertou que o clima eleitoral de 2026, já tenha contaminado as discussões, devido interesses antagônicos e a falta de sensibilidade dos patrões em quererem construir ambientes de trabalho mais insalubres. “A bancada patronal pode repetir a mesma estratégia adotada na I CNT, em que se retiraram para não aprovar os encaminhamentos de consenso”.
Segundo Nailton Porreta, todas propostas apresentadas pelas centrais sindicais, refletem preocupações com a modernização das relações de trabalho sem perda de direitos, o enfrentamento da precarização, a promoção do trabalho decente e a ampliação das oportunidades diante das transformações tecnológicas e o fortalecimento de negociações coletivas permanentes.
“Nossa delegação, deve atuará firme na Conferência na defesa da democracia, justiça social, do papel do Estado no desenvolvimento nacional, e de políticas públicas modernas, inclusivas e conectadas com a sociedade brasileira do presente e do futuro e pela revogação de Artigos da Lei Federal 13.467 de 2017 – Reforma Trabalhista”, afirmou.
Fonte: Blog Profissão Transportes







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