MG: Sindicato dos Servidores de Almenara retorna ao quadro de filiados da NCST
Data de publicação: 22 Nov 2018Presidente da entidade sindical destacou apoio permanente da Nova Central à agenda de reivindicações das categorias representadas pelo Sindispal

A presidente Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Almenara-MG – Sindispal, Marcia Rodrigues, celebrou o retorno da entidade ao quadro de filiados da Nova Central Sindical de Trabahadores – NCST. De acordo com a líder sindical, o apoio permanente da Nova Central à agenda de reivindicações das categorias representadas pelo Sindispal, foi determinante para o reingresso do sindicato mineiro à malha orgânica da NCST.
“O site da Nova Central e seus boletins informativos, compõe um livro diário que nos auxilia não somente na luta sindical, mas na disseminação de conhecimento sobre o direito dos trabalhadores do setor público e privado, agregando informações relevantes um conjunto abrangente de temas - nacionais e regionais - relacionados ao mundo do trabalho. Essa rotina instrumentaliza o dirigente para a luta sindical e conscientiza as categorias representadas sobre problemáticas que afetam diretamente suas vidas. É sempre bom perceber o carinho da equipe da Nova Central que mais uma vez recebeu, de braços abertos, nossa equipe e de todo Vale do Jequinhonha que, dentro em breve, acredito que estarão conosco”, avaliou a presidente o Sindspal.
Marcia Rodrigues apontou os desafios da entidade, sobretudo, frente o descaso da Prefeitura Municipal de Almenara. A dirigente sindical reforçou a necessidade de atuação conjunta do Sindspal com a NCST para evitar retrocessos prejudiciais aos trabalhadores do setor público do município mineiro.
“Desde 2017, quando a nova gestão tomou posse, nós não tivemos revisão salarial; nosso plano de carreira foi engavetado; o piso salarial continua defasado, com valores de 2016; a insalubridade e periculosidade seguem descumpridas em seu valor mínimo 10%, onde as categorias recebem apenas 7%. Enfim, são muitos direitos dos trabalhadores que permanecem desrespeitados. A gestão municipal só sabe colocar a culpa no governador sem enxugar uma máquina repleta de comissionados, advogados apadrinhados, secretarias e sub-secretarias inoperantes. Como alegam que o município está quebrado, em estado de calamidade financeira, se persistem com gastos perdulários com a turma apadrinhada? Esse “trenzinho da alegria’ permanece feliz enquanto servidores da educação estão sem previsão de receber salário e o sindicato com dois meses de repasses atrasados. Esperamos, com o apoio sempre generoso da NCST, reverter essa agenda de retrocessos em benefício dos trabalhadores e da sociedade almenarense”, concluiu a líder sindical.
Fonte: Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado de Minas Gerais – NCST/MG



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