Centrais Sindicais repudiam decisão da Câmara de barrar taxação de bancos, bets e bilionários

Data de publicação: 9 Out 2025


NOTA DAS CENTRAIS - As Centrais Sindicais manifestam seu repúdio à decisão da Câmara de Deputados de não apreciar a Medida Provisória (1303/2025) que previa a taxação dos bancos, das bets e dos bilionários — setores que acumulam lucros recordes em meio à desigualdade crescente que aflige o povo trabalhador.

O cerne da proposta era justo e necessário: fazer com que os que mais ganham contribuam de forma proporcional para o desenvolvimento do país.

Ao rejeitar sequer discutir o tema, a Câmara Federal vira novamente as costas para o povo brasileiro, antecipando de forma prematura o pleito eleitoral de 2026 e colocando a política acima do interesse nacional.

Os trabalhadores e trabalhadoras deste país não aceitarão que, mais uma vez, a conta recaia sobre os ombros de quem trabalha. Não aceitaremos cortes em investimentos sociais, em programas de inclusão e nas políticas públicas que garantem dignidade à população. A conta deve ser paga por quem tem privilégios, com o corte das emendas parlamentares sem interesse público e o fim dos supersalários que afrontam a realidade da maioria dos brasileiros.

A postura do Congresso expressa revanchismo e desprezo pelas necessidades do povo, especialmente após o sepultamento público nas ruas da chamada PEC da Blindagem, rejeitada pela mobilização popular.

O povo não esquecerá o lado em que estiveram os parlamentares que, ao tentar inviabilizar o Governo, optaram por proteger os poderosos em detrimento da justiça social.

As Centrais Sindicais seguirão firmes, em defesa da taxação dos super-ricos, do fortalecimento dos serviços públicos e da soberania nacional. O Brasil precisa de coragem e compromisso com o povo — não de submissão diante do poder econômico. sindical em todo o mundo.

Moacyr Roberto Tesch Auersvald - Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST)
Sérgio Nobre - Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Miguel Torres - Presidente da Força Sindical (FS) Ricardo Patah - Presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT)
Adilson Araújo - Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Antonio Neto - Presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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