9 de Julho Operário: Nova Central marca presença
Data de publicação: 9 Jul 2025A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) marcou presença, nesta quarta-feira (9), nas celebrações do Dia da Luta Operária, ato realizado na sede da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em São Paulo. O evento foi organizado de forma unificada pelas centrais sindicais e entidades parceiras como o DIEESE, Instituto Astrojildo Pereira e OBORÉ para celebrar a resistência e a memória da classe trabalhadora.
Representando a Nova Central, o presidente da Nova Central – SP, Luiz Gonçalves (Luizinho) e a diretora de Promoção da Igualdade Racial e Gênero da Nova Central, Cátia Aparecida Laurindo, participaram da atividade, reforçando o compromisso da entidade com a valorização da história operária e com as lutas atuais por direitos, justiça social e democracia.
A edição deste ano teve um significado especial por homenagear dois marcos históricos fundamentais: os 40 anos da Greve da Campanha Salarial Unificada de 1985, que mobilizou amplamente os trabalhadores em São Paulo no processo de redemocratização, e os 70 anos de fundação do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), referência técnica para o movimento sindical brasileiro.
Durante o evento, foram entregues os tradicionais Troféus José Martinez, que homenageiam personalidades com contribuição relevante para as lutas sociais. Os homenageados de 2025 foram Heloísa Martins — economista, ex-diretora técnica do DIEESE (1966-1968) e autora da obra clássica “O Estado e a Burocratização do Sindicato no Brasil” — e Almino Affonso, ex-ministro do Trabalho durante o governo João Goulart, cuja trajetória política se destacou no período das reformas de base.
Luizinho também foi homenageado pelos presentes durante o ato. O dirigente foi citado publicamente como um grande guerreiro, reconhecido por sua atuação firme e comprometida à frente de importantes batalhas da classe trabalhadora. Foi um momento de muita emoção, que reafirmou o respeito e a admiração conquistados ao longo de sua trajetória no movimento sindical.
“A gente escuta, participa das mobilizações e se toca profundamente com tudo isso. É uma honra estar junto, homenageando quem se foi e também quem ainda está aqui. É um privilégio fazer parte dessas histórias e vivências — dessas lutas que só eles viveram. E o Luizinho é o carro-chefe disso tudo na NCST-SP”, afirmou Cátia Laurindo.
O presidente da NCST-SP falou sobre a importância da data: "Este é um momento importante, que celebramos anualmente há nove anos, e que vem ganhando força e visibilidade a cada edição. É fundamental reverenciar a história da classe trabalhadora e dos grandes líderes que deixaram um legado de luta e resistência. O 9 de Julho Operário é um ato de enorme relevância em São Paulo, especialmente porque muitos ainda associam a data exclusivamente à Revolução Constitucionalista de 1932. Por isso, este é o nosso espaço de memória e afirmação, uma oportunidade de demarcar a posição da classe trabalhadora diante da narrativa dominante, resgatando nossa voz e o protagonismo na construção de um país mais justo".
A celebração do 9 de Julho Operário, instituída como data oficial no calendário paulistano em 2017, por iniciativa do então vereador Donato, reafirma o papel central da classe trabalhadora na construção de uma sociedade mais justa. Para a Nova Central, preservar a memória operária é também fortalecer o futuro das lutas coletivas. Como ensina a história do movimento sindical, lembrar é resistir.

Representando a Nova Central, o presidente da Nova Central – SP, Luiz Gonçalves (Luizinho) e a diretora de Promoção da Igualdade Racial e Gênero da Nova Central, Cátia Aparecida Laurindo, participaram da atividade, reforçando o compromisso da entidade com a valorização da história operária e com as lutas atuais por direitos, justiça social e democracia.
A edição deste ano teve um significado especial por homenagear dois marcos históricos fundamentais: os 40 anos da Greve da Campanha Salarial Unificada de 1985, que mobilizou amplamente os trabalhadores em São Paulo no processo de redemocratização, e os 70 anos de fundação do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), referência técnica para o movimento sindical brasileiro.

Durante o evento, foram entregues os tradicionais Troféus José Martinez, que homenageiam personalidades com contribuição relevante para as lutas sociais. Os homenageados de 2025 foram Heloísa Martins — economista, ex-diretora técnica do DIEESE (1966-1968) e autora da obra clássica “O Estado e a Burocratização do Sindicato no Brasil” — e Almino Affonso, ex-ministro do Trabalho durante o governo João Goulart, cuja trajetória política se destacou no período das reformas de base.

Luizinho também foi homenageado pelos presentes durante o ato. O dirigente foi citado publicamente como um grande guerreiro, reconhecido por sua atuação firme e comprometida à frente de importantes batalhas da classe trabalhadora. Foi um momento de muita emoção, que reafirmou o respeito e a admiração conquistados ao longo de sua trajetória no movimento sindical.
“A gente escuta, participa das mobilizações e se toca profundamente com tudo isso. É uma honra estar junto, homenageando quem se foi e também quem ainda está aqui. É um privilégio fazer parte dessas histórias e vivências — dessas lutas que só eles viveram. E o Luizinho é o carro-chefe disso tudo na NCST-SP”, afirmou Cátia Laurindo.

O presidente da NCST-SP falou sobre a importância da data: "Este é um momento importante, que celebramos anualmente há nove anos, e que vem ganhando força e visibilidade a cada edição. É fundamental reverenciar a história da classe trabalhadora e dos grandes líderes que deixaram um legado de luta e resistência. O 9 de Julho Operário é um ato de enorme relevância em São Paulo, especialmente porque muitos ainda associam a data exclusivamente à Revolução Constitucionalista de 1932. Por isso, este é o nosso espaço de memória e afirmação, uma oportunidade de demarcar a posição da classe trabalhadora diante da narrativa dominante, resgatando nossa voz e o protagonismo na construção de um país mais justo".
A celebração do 9 de Julho Operário, instituída como data oficial no calendário paulistano em 2017, por iniciativa do então vereador Donato, reafirma o papel central da classe trabalhadora na construção de uma sociedade mais justa. Para a Nova Central, preservar a memória operária é também fortalecer o futuro das lutas coletivas. Como ensina a história do movimento sindical, lembrar é resistir.



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