Mercado de trabalho apresenta evolução frustrante, constatam analistas

Data de publicação: 10 Nov 2020



“O resultado de outubro confirma o cenário de recuperação do mercado de trabalho. Apesar da sexta (alta) seguida, a melhora tem sido mais tímida com o passar dos meses e o nível atual ainda se encontra consideravelmente abaixo do período pré-pandemia”, explica, em nota, o economista da FGV IBRE.


 
O desemprego segue alto, os empregos criados são de baixíssima qualidade com salários irrisórios e a informalidade campeia



O mercado de trabalho no Brasil continuou em recuperação em outubro porém com menos intensidade, apontou o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) divulgado nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas.

O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 2,9 pontos e foi a 84,9 pontos em outubro, no sexto mês seguido de ganhos porém mostrando desaceleração da recuperação desde julho.

“O resultado de outubro confirma o cenário de recuperação do mercado de trabalho. Apesar da sexta (alta) seguida, a melhora tem sido mais tímida com o passar dos meses e o nível atual ainda se encontra consideravelmente abaixo do período pré-pandemia”, explicou em nota Rodolpho Tobler, economista da FGV IBRE.


Resultado


“A incerteza, que ainda se mantém elevada, e a proximidade do período final de ajuda do governo parecem contribuir para uma maior cautela dos empresários”, acrescentou. O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) ficou estável pelo segundo mês seguido, a 96,4 pontos, segundo a FGV. O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado.

“A estabilidade do indicador mostra que a percepção sobre o mercado de trabalho ainda é negativa e sugere piora na taxa de desemprego. O alto patamar também mostra que ainda existe uma longa caminhada para voltar ao nível anterior à pandemia”, sublinhou Tobler, na nota. O mercado de trabalho costuma ser o último a se recuperar em tempos de crise.

No trimestre encerrado em agosto, a taxa de desemprego do Brasil disparou a 14,4% e chegou ao maior nível da série, enquanto o número de desempregados foi a 13,8 milhões diante do aumento da procura por trabalho com a flexibilização das medidas de isolamento social, segundo dados do IBGE.




Fonte: Correio do Brasil
 
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

NEWSLETTER
RECEBA NOTÍCIAS POR EMAIL

Receba diariamente todas as notícias publicadas em nosso portal. Após cadastro, confirme sua inscrição clicando no link que chegará em sua caixa de entrada. Confira essa novidade!

Endereço: SAUS Quadra 04 Bloco A Salas 905 a 908 (Ed. Victória) - CEP:70070-938 - Brasília-DF | Telefone: (61) 3226-4000

Back to Top