PIB que seria da 'retomada' do crescimento expõe economia frágil

Data de publicação: 7 Mar 2019


No início do ano passado, o "mercado" projetava expansão próxima de 3% para a economia brasileira em 2018. O resultado divulgado hoje pelo IBGE foi de 1,1%, igual ao anterior



Em mais um ano fraco para a economia brasileira, a agropecuária praticamente não cresceu: 0,1%



O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro subiu 1,1% em 2018, informou o IBGE na quinta-feira (28/02). Muito aquém do que animados analistas do chamado mercado previam no início do ano passado, quando as projeções andaram próximas de 3%. O resultado, igual ao do ano anterior, retrata uma economia frágil, com desemprego elevado e sem dinamismo. Do terceiro para o quarto trimestre, a economia variou 0,1%.

O setor de serviços foi o que mais cresceu em 2018: 1,3%. A indústria teve alta de 0,6% (a construção caiu 2,5%) e a agropecuária avançou apenas 0,1%. O PIB somou R$ 6,828 trilhões, enquanto o PIB per capita variou só 0,3%.

O consumo das famílias cresceu 1,9% no ano, enquanto o consumo do governo ficou estável. A taxa de investimento correspondeu a 15,8% do PIB, acima de 2017 (15%), mas ainda em nível baixo. Entre 2010 e 2013, superou os 20%. A taxa de poupança, que já esteve entre 18% e 19%, variou 14,5%.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador de investimento, cresceu 4,1%, com alta de 15,4% em máquinas e equipamentos e queda de 3,4% no setor da construção.

As exportações avançaram 4,1%, menos que as importações (8,5%). Os destaques de vendas ao exterior foram agricultura, petróleo/gás, indústria automobilística e máquinas e equipamentos.

Na comparação do acumulado em quatro trimestres, sempre em comparação com os quatro anteriores, é possível notar que a economia praticamente não avançou: 1,1% no último período de 2017, 1,3% no primeiro trimestre de 2018, 1,4% no segundo e no terceiro e 1,1% agora. 

No quarto trimestre de 2017, o PIB variou 2,2% em relação a igual período do ano anterior. Agora, a variação foi de 1,1%.




Fonte: Rede Brasil Atual - RBA
 
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

NEWSLETTER
RECEBA NOTÍCIAS POR EMAIL

Receba diariamente todas as notícias publicadas em nosso portal. Após cadastro, confirme sua inscrição clicando no link que chegará em sua caixa de entrada. Confira essa novidade!

Endereço: SAUS Quadra 04 Bloco A Salas 905 a 908 (Ed. Victória) - CEP:70070-938 - Brasília-DF | Telefone: (61) 3226-4000

Back to Top