Dia 25 de novembro é dia de luta contra retrocessos!
Data de publicação: 21 Nov 2016
O diretor Nacional de Comunicação da Nova Central, Nailton Francisco de Souza (Nailton Porreta) participou sexta-feira (18/11) no CMTC Clube, da plenária de preparação da manifestação do “Dia Nacional de Mobilizações e Manifestações”, em todo o território nacional, marcado para dia 25 de novembro, e disse que os motivos são para evitar “retrocessos” nos direitos trabalhistas e sociais.
Alertou os participantes de que a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 55) que tramita no Senado Federal, comprometerá durante 20 anos os investimentos em saúde, educação, aperfeiçoamento dos serviços públicos em outras áreas essenciais à população e eliminará a política de valorização do salário mínimo.
Segundo Nailton Porreta, o que está em jogo neste momento é a retirada de conquistas da classe trabalhadora com o fim de mecanismos que nos últimos anos contribuiu para diminuir a desigualdade social de milhões de brasileiros. “Na questão da previdência a proposta do governo Michel Temer (PMDB) visa restringir o direito à aposentadoria e reduzir os ganhos dos aposentados (as) ”, afirmou.
Disse também, que especialistas contestam o alegado déficit da Previdência e o governo não fala em cortar o uso de dinheiro previdenciário para beneficiar empresas com as “desonerações da folha”, e muito menos apresenta solução que evite as “sonegações” e punições dos sonegadores.
Garante que a ofensiva governamental visa desmontar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sendo que as principais propostas apresentadas até o momento questionam as leis trabalhistas e prevê fortalecer negociações coletivas que possam reduzir direitos duramente conquistados ao longo dos anos.
“Quando o tema é retirar direitos, infelizmente, o presidente Temer tem um forte aliado que é o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Martins Filho que em suas declarações diz que a Lei é protetiva aos trabalhadores (as), como se os patrões não tivessem seus privilégios garantidos e protegidos pelo Estado”, ponderou Nailton.



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