Bancários podem iniciar greve geral dia 18

 

A proposta de apenas 6% de reajuste sobre todas as verbas salariais, menor que o índice da quase totalidade dos acordos feitos por outras categorias no primeiro semestre, é considerada inaceitável.

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A proposta de apenas 6% de reajuste sobre todas as verbas salariais, menor que o índice da quase totalidade dos acordos feitos por outras categorias no primeiro semestre, é considerada inaceitável.

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Bancos usam manobras para reduzir valor da PLR

Data de publicação: 12 Set 2012

 Bancos usam manobras para reduzir o valor da PLR

Categoria pode iniciar grave geral a partir do dia 18

 A proposta de apenas 6% de reajuste sobre todas as verbas salariais - menor que o índice da quase totalidade dos acordos feitos por outras categorias no primeiro semestre - é considerada inaceitável pelos bancários.

A categoria denuncia, também, a manobra do o superdimensionamento das Provisões para Devedores Duvidosos (PDDs), com isso, os bancos querem reduzir a distribuição da PLR, o que deverá acarretar prejuízos para uma parte considerável dos bancários, em favor do aumento das milionárias remunerações de diretores dos bancos.


O Comando Nacional dos Bancários considerou a proposta insuficiente e orientou os sindicatos a realizarem assembleias nesta quarta-feira 12, com o indicativo de  greve por tempo indeterminado a partir do dia 18 de setembro.


Segundo o Dieese, 97% dos acordos salariais celebrados no primeiro semestre do ano contemplaram aumentos reais de salário. Assim a categoria não aceita que os bancos, através da Febrabam, proponham reajustes inferiores aos dos outros setores.

Os banqueiros ainda querem reduzir a PLR, através de altíssimas Provisões para Devedores Duvidosos (PDDs), desproporcionais à inadimplência real do setor. Na verdade, o jogo dos bancos é no sentido de esconder os seus lucros para  diminuir os valores da PLR. A Fenaban quer, apenas, reajustar em 6% os valores da regra básica (de R$ 1.400,00 para R$ 1.484,00) e da parcela adicional (de R$ 2.800,00 para R$ 2.968,00) e não concorda em alterar os percentuais do lucro líquido a ser distribuído pelos bancos.


Diante do impasse, o Comando Nacional dos Bancários convoca a categoria para as mobilizações, apresentando as principais reivindicações dos bancários, a saber:

● Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).


● Piso salarial de R$ 2.416,38.


● PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.


● Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.


● Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.


● Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.


● Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral


● Mais segurança


● Igualdade de oportunidades

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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