Avaliação de propostas para a 104ª conferência da OIT a ser realizada em junho
Data de publicação: 9 Fev 2015Na última quarta-feira (04/02) a bancada dos trabalhadores, representada pelas centrais sindicais no Grupo de Trabalho (GT) que trata da “Facilitação da transição de economia informal para a formalidade” se encontraram na sede da Nova Central com o intuito de avaliar o documento final que já teria sido encaminhado pelo governo a Organização Internacional do Trabalho – OIT, para a realização da 104ª Conferência da OIT prevista para ocorrer em junho deste ano.
Pela tarde o encontro seguiu com a apresentação de alguns temas onde apareceram pontos divergentes encontrados no documento, em relação às propostas encaminhadas pelo governo e bancada de empregadores. Neste caso o debate foi no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No final as observações consolidadas pela bancada dos trabalhadores foram acolhidas por todos os participantes e depois de alguns comentários e posicionamentos das demais bancadas o Auditor-Fiscal do trabalho, Celso Amorim, concordou com as observações e destacou que as propostas fortaleceriam as posições citadas no documento.
A diretora para assuntos de cooperativismo e economia solidária da Nova Central, Ledja Austrilino é a representante da NCST nas discussões voltadas ao GT que trata desta questão.
Participaram da 3ª reunião do GT, além da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), representantes do governo – MTE e Ministério das Relações Exteriores (MRE); dos empregadores – CNC, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); dos empregados – Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Força Sindical e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A próxima reunião para leitura do documento ficou marcada para o dia 06/05/15.
Pela tarde o encontro seguiu com a apresentação de alguns temas onde apareceram pontos divergentes encontrados no documento, em relação às propostas encaminhadas pelo governo e bancada de empregadores. Neste caso o debate foi no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No final as observações consolidadas pela bancada dos trabalhadores foram acolhidas por todos os participantes e depois de alguns comentários e posicionamentos das demais bancadas o Auditor-Fiscal do trabalho, Celso Amorim, concordou com as observações e destacou que as propostas fortaleceriam as posições citadas no documento.
A diretora para assuntos de cooperativismo e economia solidária da Nova Central, Ledja Austrilino é a representante da NCST nas discussões voltadas ao GT que trata desta questão.
Participaram da 3ª reunião do GT, além da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), representantes do governo – MTE e Ministério das Relações Exteriores (MRE); dos empregadores – CNC, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); dos empregados – Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Força Sindical e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A próxima reunião para leitura do documento ficou marcada para o dia 06/05/15.





.png)




.png)
.png)
.png)
.png)
.png)





