Presidente Toré não aceitará choradeira patronal!
Data de publicação: 28 Abr 2014Trabalhadores Rodoviários Intermunicipais em estado de greve
Em assembleia realizada no CMTC CLUBE em (25/4), convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários – SP, filiado a Nova Central, trabalhadores (as) das empresas de ônibus intermunicipal de São Paulo, Embu Guaçu, Itapecerica da Serra, São Lourenço da Serra, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Itaquaquecetuba, por unanimidade, aprovaram entrar em estado de greve devido à falta de proposta patronal para reajustar seus salários e benefícios.
O presidente da entidade José Alves do Couto Filho (o Toré), relatou que na primeira reunião realizada (24/4), os representantes dos patrões não queriam garantir a data-base da categoria que 1º de Maio. “Mediante este posicionamento desrespeitoso às nossas reivindicações, só nos cabe agora, intensificar nossa mobilização e partir para o confronto. Para isso precisamos do apoio e envolvimento de todos”, disse.
Compareceram no evento inúmeros funcionários do setor de manutenção, que saíram entusiasmados, ao ouvirem do presidente que nesta Campanha Salarial não aceitará reajustes diferentes. De acordo com Toré, estes profissionais precisam e deve ser valorizado por desempenham um papel fundamental no funcionamento das empresas. Para que isso ocorra, disse ter um plano de trabalho específico.
Segundo adiantou, orientará para que os diretores (as) do sindicato façam assembléias por local de trabalho, escutem as sugestões e reclamações dos funcionários (as), suas necessidades como: a falta de promoção; salários defasados; fornecimento de ferramentas e uniformes; condições de higiene dos vestiários, refeitórios e principalmente as condições de trabalho, saúde e segurança nos locais de trabalho.
“Os trabalhadores (as) e nós, estamos preparados para o diálogo respeitoso entre as partes, mas caso for preciso e acontecer entraves, a solução será uma grande mobilização na base. Não aceitaremos as mesmas chiadeiras e nem choradeiras muito menos argumentos descabidos de que as empresas estão em dificuldades, não tem capital suficiente para contemplar o pleito dos trabalhadores (as)”, alertou.
A próxima reunião ocorrerá terça-feira (29/4) às 9h00, desta vez na sede do SETPESP, na Av. Paulista.
Fonte: NCST/SP
Em assembleia realizada no CMTC CLUBE em (25/4), convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários – SP, filiado a Nova Central, trabalhadores (as) das empresas de ônibus intermunicipal de São Paulo, Embu Guaçu, Itapecerica da Serra, São Lourenço da Serra, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Itaquaquecetuba, por unanimidade, aprovaram entrar em estado de greve devido à falta de proposta patronal para reajustar seus salários e benefícios.O presidente da entidade José Alves do Couto Filho (o Toré), relatou que na primeira reunião realizada (24/4), os representantes dos patrões não queriam garantir a data-base da categoria que 1º de Maio. “Mediante este posicionamento desrespeitoso às nossas reivindicações, só nos cabe agora, intensificar nossa mobilização e partir para o confronto. Para isso precisamos do apoio e envolvimento de todos”, disse.
Compareceram no evento inúmeros funcionários do setor de manutenção, que saíram entusiasmados, ao ouvirem do presidente que nesta Campanha Salarial não aceitará reajustes diferentes. De acordo com Toré, estes profissionais precisam e deve ser valorizado por desempenham um papel fundamental no funcionamento das empresas. Para que isso ocorra, disse ter um plano de trabalho específico.
Segundo adiantou, orientará para que os diretores (as) do sindicato façam assembléias por local de trabalho, escutem as sugestões e reclamações dos funcionários (as), suas necessidades como: a falta de promoção; salários defasados; fornecimento de ferramentas e uniformes; condições de higiene dos vestiários, refeitórios e principalmente as condições de trabalho, saúde e segurança nos locais de trabalho.
“Os trabalhadores (as) e nós, estamos preparados para o diálogo respeitoso entre as partes, mas caso for preciso e acontecer entraves, a solução será uma grande mobilização na base. Não aceitaremos as mesmas chiadeiras e nem choradeiras muito menos argumentos descabidos de que as empresas estão em dificuldades, não tem capital suficiente para contemplar o pleito dos trabalhadores (as)”, alertou.
A próxima reunião ocorrerá terça-feira (29/4) às 9h00, desta vez na sede do SETPESP, na Av. Paulista.
Fonte: NCST/SP





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