Ato de 11 de Julho provoca prisão injusta de sindicalista da NCST/RJ
Data de publicação: 10 Jul 2013Sergio Luiz da Silva, Vice-Presidente da NCST/RJ – Nova Central Sindical de Trabalhadores e Membro da Comissão Organizadora do Ato Unificado das Centrais Sindicais do dia 11 julho, foi preso de maneira arbitrária na manhã de hoje, quando visitava, junto com um grupo de três dirigentes sindicais, o Sinpol – Sindicato dos Policiais Civis do RJ – para convocar a diretoria deste Sindicato para participar da reunião programada para acontecer amanhã, quando todas as centrais sindicais reunirão os seus sindicatos associados, para tratar do Ato Unificado. Segundo Sebastião José da Silva, Presidente da NCST, os dirigentes foram impedidos de exercer suas atividades sindicais, de forma truculenta, por um grupo de policiais civis que deram voz de prisão quando os mesmos se identificaram como dirigentes sindicais em trabalho de divulgação do Ato Unificado.
O comissário Fernando Bandeira, Presidente do Sinpol, informou que o sindicato é filiado a esta Central Sindical e que os policiais que efetuaram a prisão não fazem parte do quadro de dirigentes e nem de associados do Sindicato, e manifestou sua indignação com o ocorrido, tendo em vista que os quatro dirigentes presos foram convidados por ele para que divulgassem o Ato Unificado junto aos seus Diretores.
O comissário Fernando Bandeira, Presidente do Sinpol, informou que o sindicato é filiado a esta Central Sindical e que os policiais que efetuaram a prisão não fazem parte do quadro de dirigentes e nem de associados do Sindicato, e manifestou sua indignação com o ocorrido, tendo em vista que os quatro dirigentes presos foram convidados por ele para que divulgassem o Ato Unificado junto aos seus Diretores.
Os policiais que deram voz de prisão foram os inspetores Francisco Chao, lotado na DPMA (Delegacia de Policia de Meio Ambiente) e Fernando Taranta, lotado na CORE, acompanhado de outros 6 policiais. A Diretoria da NCST, junto com as entidades envolvidas no incidente, acertaram denunciar a prisão dos dirigentes sindicais para o Ministério Público do Estado, OAB e para a Corregedoria Unificada da Secretaria de Segurança Pública do RJ. Na próxima terça-feira as Centrais Sindicais se reunirão com o Ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, quando será entregue uma carta de repúdio pelos atos atentatórios à democracia e as liberdades civis e sindicais.
Violência contra sindicalistas não pode ficar impune
A violência sofrida pelos sindicalistas não deve ficar impune. Policiais agressivos, violentos e despreparados para cumprir sua missão constitucional deveriam ser controlados pelo Estado. A sociedade os paga para prender marginais e não trabalhadores. São tão corajosos que na delegacia os cabeças da “operação ilegítima” se contradizem e não assumem a ordem absurda de prisão que deram: Chao diz que Taranta deu a ordem de prisão, enquanto Taranta, afirma em seu depoimento que a ordem de prisão partiu do inspetor Chao.
O vídeo abaixo mostra a truculência desses policiais.
http://youtu.be/oQiUa7bixcA
Violência contra sindicalistas não pode ficar impune
A violência sofrida pelos sindicalistas não deve ficar impune. Policiais agressivos, violentos e despreparados para cumprir sua missão constitucional deveriam ser controlados pelo Estado. A sociedade os paga para prender marginais e não trabalhadores. São tão corajosos que na delegacia os cabeças da “operação ilegítima” se contradizem e não assumem a ordem absurda de prisão que deram: Chao diz que Taranta deu a ordem de prisão, enquanto Taranta, afirma em seu depoimento que a ordem de prisão partiu do inspetor Chao.
O vídeo abaixo mostra a truculência desses policiais.
http://youtu.be/oQiUa7bixcA
Fonte: NCST/RJ e SINPOL



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