A Nova Central Sindical de Trabalhadores que compõe o Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, participou da  “CPMI de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e seus Resultados”. " /> A Nova Central Sindical de Trabalhadores que compõe o Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, participou da  “CPMI de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e seus Resultados”. ">

Centrais Sindicais pelo fim da violência contra a mulher

Data de publicação: 14 Dez 2012

O Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindical, formado pela Secretaria da Mulher da Nova Central e outras quatro centrais sindicais brasileiras, realizaram na tarde desta segunda-feira (10) o Seminário “CPMI de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e seus resultados”, no auditório do Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo.

A Nova Central, foi representada pela sindicalista Elizabete Cordeiro do Sinthoresp – SP, que justificou a ausência do presidente da NCST-SP Luiz Gonçalves e da Secretaria Nacional para assuntos da Mulher da NCST Sônia Zerino, que estavam em Brasília em outra atividade, destacando a importância da luta no combate  a violência contra mulher, dos índices alarmantes em todo país, sendo necessário
cobrar a Aplicação da Lei Maria da Penha.

O ato contou com representantes sindicais e dos movimentos sociais,  a futura vice - prefeita da cidade de São Paulo, Nádia Campeão e a Deputada Federal do PSB/SP, Keiko Ota.

O objetivo do evento foi fazer um levantamento de informações para o estabelecimento de políticas públicas para o combate a violência e encontrar soluções de defesa da mulher junto às autoridades. Os participantes também debateram os resultados da CPMI.

A deputada federal Keiko Ota, vice-presidente da CPMI de Enfrentamento a violência contra a mulher, relatou alguns pontos importantes sobre o trabalho realizado ao longo deste ano entre os quais, a ocupação do Brasil, que é o 7º lugar em números de assassinatos de mulheres em função da violência doméstica.

"O foco do trabalho desta CPMI não é somente acabar com as mortes, mas com qualquer tipo de violência que ocorre contra as mulheres", enfatizou a deputada, completando que "um dos principais motivos pelo aumento da violência contra as mulheres é o medo das vítimas em denunciar os seus agressores".

Pela manhã as centrais que compõe o Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras NCST, UGT, CTB, CGBT e Força Sindical, distribuíram 20 mil panfletos no Largo da Concórdia –SP, para conscientizar a sociedade da importância de se coibir à violência contra a mulher e divulgar o disque denuncia nº 180.
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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