“Apenas 10% das cadeiras do parlamento são compostas pelas mulheres, este número ainda é pequeno”, relata a deputada Alice Portugal

As 5 centrais sindicais produziram um manifesto em favor das mulheres trabalhadoras, entregue à todos os parlamentares. Tirou como deliberação do ato um novo manifesto em defesa da unicidade sindical

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“Apenas 10% das cadeiras do parlamento são compostas pelas mulheres, este número ainda é pequeno”, relata a deputada Alice Portugal

As 5 centrais sindicais produziram um manifesto em favor das mulheres trabalhadoras, entregue à todos os parlamentares. Tirou como deliberação do ato um novo manifesto em defesa da unicidade sindical

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Manifestação pública “Mulheres unidas pela promoção da igualdade”

Data de publicação: 29 Mar 2012

Na manhã desta quinta-feira (29/03), o “Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras”, encerra o ciclo de debates do "março mulher", no Auditório Petrônio Portela, Senado Federal.  “Nós sofremos com o assédio moral, discriminação e ganhamos 70%, a menos do que o salário dos homens, exercendo as mesmas funções. Diante de tantos preconceitos surgiu a necessidade de criar este fórum nacional em prol da igualdade e por melhores condições de trabalho para as mulheres brasileiras”, afirma Sônia Zerino, diretora Nova Central.

Participaram do ato, compondo a mesa: as secretárias nacional da mulher das 5 centrais sindicais; Raimunda Gomes – CTB, Maria Auxiliadora – Força Sindical, Cássia Bufelli – UGT e Sônia Zerino - NCST que coordenou a mesa. A deputada Alice Portugal, autora do projeto de lei 6653/2009, senadora Vanessa Graziotin, Olgami Amâncio, da secretaria da mulher do governo do DF, José Roberto, representando o senador Inácio Arruda. Estiveram também prestigiando o evento, a deputada federal Érika Kokay, Janete Piatá, coordenadora da bancada feminina da câmara e o deputado Roberto Lucena.

“Nós mulheres, somos as primeiras a acordar, e as últimas a dormir, com uma jornada tripla de trabalho. Desta forma precisamos ser reconhecidas. Além disso, as mulheres trabalhadoras esperam de nós uma oportunidade para ter voz e vez, e transformar o rumo da história brasileira. Tenham certeza que sempre estarei a disposição na luta pelos direitos das mulheres", discursa a deputada Alice Portugal.

O “Março Mulher” trata-se de um evento ocorrido durante todo o mês de março, com as 5 centrais sindicais (NCST, UGT, CTB, Força Sindical, CGTB). Uma luta para construção de uma frente composta por mulheres em defesa da ampliação de conhecimento e apoio, proveniente do conjunto social. Uma composição autônoma que encerrou suas atividades no mês de março, nesta quinta-feira (29/03), iniciando uma outra fase, com maiores manifestações a serem realizadas durante este ano, segundo relata Raimunda Gomes – CTB.

Ao final do evento, a coordenadora da mesa, Sônia Zerino, encerrou o ato público, lendo o manifesto que foi entregue aos parlamentares e pedindo que as mulheres tenham maior participação nas atividades, sendo agente multiplicadora dos debates, avançado no processo de igualdade. As representantes das centrais sindicais se comprometeram ainda, em elaborar um outro manifesto em defesa da unicidade sindical e uma moção em apoio a greve do Sinpro-DF, pedindo ao governador que os recebessem reabrindo as negociações com a categoria.


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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