“Prevenção ainda é a melhor alternativa”

 

Para 74% dos trabalhadores em um frigorífico, por exemplo, segundo a CNTA,  o trabalho é o tempo todo de pé; 67% fazem hora-extra e 44% chegam em casa relatando dores ou nível de cansaço insuportável. Além disso, o frio, umidade, intoxicação, choques e barulho estão entre os maiores problemas enfrentados por estes trabalhadores. 

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Para 74% dos trabalhadores em um frigorífico, por exemplo, segundo a CNTA,  o trabalho é o tempo todo de pé; 67% fazem hora-extra e 44% chegam em casa relatando dores ou nível de cansaço insuportável. Além disso, o frio, umidade, intoxicação, choques e barulho estão entre os maiores problemas enfrentados por estes trabalhadores. 

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Audiência pública no Senado em defesa da saúde dos trabalhadores

Data de publicação: 15 Mar 2012


A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), mais uma vez, realizou Audiência Pública, nesta quinta-feira (15/03), para debater as condições de saúde e segurança dos trabalhadores brasileiros.

Segundo Arthur Bueno, vice-presidente da Nova Central, não adianta criar paliativos para tentar resolver esta importante questão. 
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentos e Afins (CNTA), afirmou também que os acidentes de trabalho nos frigoríficos só vão ser reduzidos quando efetivamente a carga horária dos funcionários for diminuída, devido as condições específicas de atuação, onde os profissionais não podem ser submetidos a uma jornada de 44 horas semanais. 

 

Durante o encontro, Luiz Antônio Festino, diretor da Nova Central, levantou algumas questões ao apresentar pesquisas da OIT e dados voltados a este tema. Mostrou entre outras coisas, que em 2008 2,02 milhões de trabalhadores  perderam a vida por doenças do trabalho no mundo. 2,34 milhões foi o número de mortes total por acidentes e doenças do trabalho, isso equivale a 6,3 mortes diárias , com 321 milhões de feridos em acidentes, 850 mil lesões diárias. Um número considerável que deve ser observado pelas autoridades competentes.

 

Participaram da reunião, presidida por Paulo Paim, o vice-presidente da Nova Central, Arthur Bueno e também presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentos e Afins (CNTA), diretor de assuntos trabalhistas, segurança e saúde no trabalho, Luiz Antônio Festino, diretor de organização de relações sindicais e institucional, Hamiltom Dias de Moura, Paulo Pimentel, secretaria nacional do plano dos trabalhadores na saúde, técnicos, autoridades do setor e representantes das demais centrais sindicais.

 

A audiência que ocorreu na sala 2, da ala Nilo Coelho, no Senado, recolheu as contribuições e idéias apresentadas, no intuito de buscar, junto as entidades competentes, soluções para diminuir os acidentes de trabalho. Houve apenas o agendamento, no mês de abril, de um seminário e ciclo de debates sobre o tema, sendo que a data será divulgada posteriormente.

NCST

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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