
Senador responde por crime de trabalho escravo com decisão do Supremo
Data de publicação: 24 Fev 2012Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal, decidiu, por 7 votos a 3, que o senador João Ribeiro (PR-TO) será réu em um processo, que investiga as acusações de que tenha empregado 35 trabalhadores em regime de escravidão.
A denúncia feita pelo Ministério Público trata, entre outros, de acusar o senador dos crimes de redução à condição análoga à de escravo, aliciamento de menor e submissão a condições degradantes de trabalho em uma fazenda de sua propriedade no município de Piçarra, interior do Pará.
De acordo com a Procuradoria, o julgamento da denúncia que começou em 2010, remete as condições desumanas, em que os trabalhadores viviam, sem ter acesso a água potável e luz. Trabalhavam aos finais de semana e em jornada acima de 12 horas diárias, dormiam em chão de terra e não tinham liberdade de locomoção. Além disso, os trabalhadores tinham que comprar a comida e instrumentos de trabalho na fazenda, o que implicava em escravidão por dívida.
NCST
A denúncia feita pelo Ministério Público trata, entre outros, de acusar o senador dos crimes de redução à condição análoga à de escravo, aliciamento de menor e submissão a condições degradantes de trabalho em uma fazenda de sua propriedade no município de Piçarra, interior do Pará.
De acordo com a Procuradoria, o julgamento da denúncia que começou em 2010, remete as condições desumanas, em que os trabalhadores viviam, sem ter acesso a água potável e luz. Trabalhavam aos finais de semana e em jornada acima de 12 horas diárias, dormiam em chão de terra e não tinham liberdade de locomoção. Além disso, os trabalhadores tinham que comprar a comida e instrumentos de trabalho na fazenda, o que implicava em escravidão por dívida.
NCST




A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) participou, nesta quinta-feira (13), da Solenidade de Divulgação da RAIS Mensalizada, realizada no Auditório do Ministério do Trabalho, em Brasília.





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