O Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadores das Centrais Sindicais promoveu no dia 17 de novembro, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, o seminário “Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas” e reuniu representantes da CGTB, CTB, Força Sindical, NCST e UGT. A abertura contou com a participação da vice-presidente da Confederação das Mulheres do Brasil (CMB), Srª Ilda Fiore; da presidente da ONG Elas por Elas, Srª Cláudia Luna e do vereador Sr. Cláudio Prado." /> O Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadores das Centrais Sindicais promoveu no dia 17 de novembro, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, o seminário “Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas” e reuniu representantes da CGTB, CTB, Força Sindical, NCST e UGT. A abertura contou com a participação da vice-presidente da Confederação das Mulheres do Brasil (CMB), Srª Ilda Fiore; da presidente da ONG Elas por Elas, Srª Cláudia Luna e do vereador Sr. Cláudio Prado.">

MULHERES TRABALHADORAS DAS CENTRAIS PROMOVEM EM SP SEMINÁRIO “ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS”

Data de publicação: 23 Nov 2011

Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadores das Centrais Sindicais promoveu no dia 17 de novembro, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, o seminário “Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas” e reuniu representantes da CGTB, CTB, Força Sindical, NCST e UGT. A abertura contou com a participação da vice-presidente da Confederação das Mulheres do Brasil (CMB), Srª Ilda Fiore; da presidente da ONG Elas por Elas, Srª Cláudia Luna e do vereador Sr. Cláudio Prado.

O evento, que teve como objetivo levar ao mundo sindical as problemáticas que envolvem a prática desse crime reuniu, aproximadamente, 150 pessoas entre militantes, dirigentes sindicais e parlamentares que debateram a gravidade do tema e as ações que as centrais sindicais podem desenvolver para fortalecer o enfrentamento ao tráfico de pessoas.

O crime de tráfico de pessoas é dividido em três formas de atuação: para fins comerciais, ou seja, para exploração de trabalho escravo; para venda de órgãos; e para fins sexuais. Geralmente, as vítimas desse crime encontram-se em situações de vulnerabilidade social, não têm acesso à infraestrutura básica para sua sobrevivência ou não encontram perspectivas de emprego ou crescimento profissional e pessoal.

Às vésperas das atividades da campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, sindicalistas ressaltam que a situação de violência doméstica e familiar é um dos fatores que levam milhares de mulheres a saírem do país clandestinamente. Assim, é de grande importância essa discussão para que possamos chegar a um efetivo enfrentamento dessa questão.

Fonte: NCST/SP
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