Desemprego cresce em São Paulo e atinge 1,9 milhão. Renda cai

Data de publicação: 27 Set 2018


As poucas vagas criadas não apontam crescimento, mas estabilidade, segundo o Seade e o Dieese.



Em agosto, 60 mil pessoas entraram no mercado de trabalho, que só abriu 6 mil vagas, fazendo crescer o desemprego



A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo, calculada pela Fundação Seade e pelo Dieese, subiu para 17,4% em agosto, ante 17% no mês anterior – e ficou abaixo de agosto do ano passado (17,9%). O número de desempregados foi estimado em 1,923 milhão, 54 mil a mais no mês. O aumento se dá pela diferença entre o total de pessoas que entraram no mercado e os postos de trabalho abertos: a população economicamente ativa (PEA) cresceu 10 vezes mais que o número de vagas, 60 mil a 6 mil.

Na comparação com agosto de 2017, o efeito foi contrário. O desemprego diminuiu, principalmente, pela diminuição de pessoas no mercado: 54 mil a menos. Como foram abertas 11 mil vagas – resultado que aponta estabilidade (0,1%) –, o total de desempregados se reduziu em 65 mil em 12 meses. 

De julho para agosto, a taxa de desemprego aumentou na chamada sub-região leste, que inclui municípios como Guarulhos e Mogi das Cruzes, de 19% para 19,8%. Na capital, subiu de 16,2% para 16,7%. E na sub-região sudeste (Grande ABC), variou de 18,2% para 18%.

Ainda no mês, o emprego cresceu nos serviços (49 mil, 0,9%) e no comércio/reparação de veículos (10 mil, 0,6%). E caiu na construção civil (menos 36 mil, -6%) e na indústria de transformação (-18 mil, -1,3%). Em 12 meses, indústria (74 mil) e comércio (56 mil) crescem, construção (-45 mil) e serviços (-57 mil) têm queda.

O emprego com carteira avançou pouco (0,4%), enquanto o sem carteira aumentou 2,5%. Houve estabilidade no setor público (0,2%) e redução entre autônomos (-0,5%) e empregados domésticos (-2,9%). Ante agosto de 2017, destaque para o trabalho formal, com alta de 1,5% (mais 70 mil vagas).

Estimado em R$ 2.048, o rendimento médio dos ocupados caiu 2,1% de junho para julho (nesse item, há defasagem de um mês). Em 12 meses, despenca: 5,4%. A queda chega a 8,7% no comércio, 7,1% entre empregados com carteira assinada e autônomos e a 6,2% na indústria de transformação, com retração de 5,7% na massa de rendimentos.




Fonte: Rede Brasil Atual - RBA


 
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

NEWSLETTER
RECEBA NOTÍCIAS POR EMAIL

Receba diariamente todas as notícias publicadas em nosso portal. Após cadastro, confirme sua inscrição clicando no link que chegará em sua caixa de entrada. Confira essa novidade!

Endereço: SAUS Quadra 04 Bloco A Salas 905 a 908 (Ed. Victória) - CEP:70070-938 - Brasília-DF | Telefone: (61) 3226-4000

Back to Top