SP: Trabalhadores do transporte de São Paulo aprovam GREVE GERAL!
Data de publicação: 12 Dez 2017Os trabalhadores em transportes dos modais rodoviário, metroviário e ferroviário, reunidos em plenária realizada na sede do sindicato dos condutores nesta segunda-feira (11) aprovaram, por unanimidade, a greve geral caso o projeto de desmonte da previdência pública seja colocado em pauta pela Câmara dos Deputados.

As lideranças do setor ressaltaram que somente uma radicalização dos trabalhadores derrotará a proposta do governo. As categorias reafirmaram que o transporte não fugirá à sua responsabilidade e cumprirá o seu papel fundamental no sucesso da Greve Geral.
Estavam presentes dirigentes de todas as Centrais Sindicais e de sindicatos de transportes de diferentes modais e regiões de São Paulo. A decisão foi unânime: “SE BOTAR PRA VOTAR, O BRASIL VAI PARAR!”.
Os sindicatos de transportes respondem ao chamado da classe trabalhadora se unem à luta para impedir mais uma tragédia contra a população, imposta pelo governo e por deputados comprometidos com os interesses do mercado em detrimento da nação.
Ao final da plenária, o Presidente do Sindicato dos Condutores de São Paulo, o "Noventa", indicou ESTADO DE GREVE PERMANENTE e avisou que, se o governo insistir em colocar pra votação a Reforma da Previdência Social, na próxima segunda (18), "São Paulo vai acordar sem ônibus".
Os metroviários de São Paulo, o Sindicato dos Rodoviários de Osasco (Presidente Alves) e o Sindicato dos Rodoviários do ABC (Sintetra) também aderiram ao Estado de Greve e deram o mesmo recado para o governo.

“Nenhum sindicato quer ter o legado de ter sido omisso durante a luta contra a Reforma da Previdência, pois o trabalhador e a trabalhadora lembrará se seu sindicato foi à luta ou deixou o governo acabar com suas respectivas aposentadorias. É hora de barrar esse massacre contra a classe trabalhadora", declarou o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado de São Paulo - NCST/SP, Luiz Gonçalves "Luizinho", durante a reunião.
Fonte: Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado de São Paulo - NCST/SP





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