Centrais Sindicais na luta pelo direito dos trabalhadores em Belém

Data de publicação: 15 Maio 2014

A Nova Central Sindical de Trabalhadores dos Estados do Pará e Amapá em parceria com outras quatro entidades sindicais comandou em Belém uma mobilização de diversas categorias em 1º de maio, quando se comemorou o Dia do Trabalho.

As entidades de trabalhadores pediram a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, defesa de políticas em favor da valorização do salário mínimo, igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, luta contra a terceirização, fim do fator previdenciário e valorização dos aposentados, entre outras reivindicações.

O Dia Internacional do Trabalhador (a) 2014 foi comemorado na Praça da República com um evento preparado pela Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST PA/AP), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e pela Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). Com o tema: “Comunicação - o desafio do século”, as atividades foram iniciadas às 10h e se estenderam até 13h, na Praça da República, centro da capital, com atos políticos, sindicais e shows com artistas como. Banda Papel Carbono e Tony Raízes, entre outros.
 
"O dia 1º de Maio é a data mais importante da classe trabalhadora. Mais do que comemorar as conquistas, é um momento para refletirmos sobre as novas lutas e a união das centrais significa força e disposição para enfrentarmos esses desafios", disse Marivaldo Nazareno presidente da NCST/AP-PA.

A escolha do tema comunicação veio da necessidade de se aprofundar o debate sobre o assunto. Precisamos intensificar a luta pela comunicação como um direito humano, como está na nossa Constituição Federal, e pela necessidade urgente da democratização da mídia para garantir a pluralidade de idéias e a consolidação da democracia no Brasil. Como acontece há cinco anos consecutivos, as comemorações do Dia do Trabalhador (a) organizadas pelas Centrais marcam a luta da classe trabalhadora no mundo todo e na defesa de um projeto nacional de desenvolvimento, com valorização do trabalho:

· Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas, sem redução de salário;
· Fim do fator previdenciário e valorização dos aposentados;
· Defesa da Política de valorização do salário mínimo;
· Reforma agrária e política agrícola;
· 10 % do PIB para educação pública e aplicação do piso salarial nacional do magistério;
· 10% do orçamento da União para a Saúde;
· Reforma política;
· Democratização da Comunicação, por uma nova Lei;
· Contra o Projeto de Lei 4330;
· Correção da tabela do Imposto de Renda;
· Regulamentação da Convenção 151 da OIT;
· Ratificação e regulamentação da Convenção 158, da OIT;
 
Fonte: NCST/AP-PA
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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