CNS organiza oficina e aprova campanha em defesa do SUS
Data de publicação: 16 Out 2013
O Conselho Nacional de saúde (CNS) organizou na sexta-feira (11/10), no Hotel San Marco em Brasília-DF, uma Oficina de Comunicação e Informação com objetivo de dinamizar uma Campanha Nacional para o Fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com vistas a garantir seu Controle Social. No ano em que o SUS completa 25 anos, a realização desta campanha nacional de comunicação começará no dia 30 outubro, até a 15ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para o ano de 2015.
Assessores de Imprensa dos Conselhos Municipais e Estaduais de Saúde, representantes dos movimentos sociais, centrais sindicais, coordenação do CNS e os profissionais da Comissão Intersetorial de Comunicação e Informação do CSN, trocaram experiências, fizeram um diagnóstico sobre a estrutura de comunicação/informação dos conselhos; conheceram com detalhes as ações do Movimento Saúde + 10 e a importância das Redes Sociais no processo de divulgação e controle da prestação dos serviços do SUS.
A coordenadora geral da CNS, Maria do Socorro de Souza, relatou que o povo brasileiro nas mobilizações de rua deu aval aos Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais de Saúde para “batalhar e garantir que a saúde pública tenha a segurança de financiamento para o SUS”. Com esta finalidade, entregaram ao Congresso Nacional mais de 2,2 milhões de assinaturas, que garantirá a tramitação do “Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe o repasse integral e efetivo de 10% da receita corrente bruta da União para a Saúde Pública (PL321/13)”.
Quem representou na Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), foi o secretário de Comunicação Social da Nova Central – SP, Nailton Francisco de Souza (Nailton Porreta) que se comprometeu ajudar na divulgação da campanha. “Temos pela frente um grande desafio que é mudar a opinião do senso comum, de que o SUS é gratuito e por isso não atende a população como deveria. Apesar de difícil, acredito que não seja impossível atingir esse objetivo”.
Lembrou também, que todos os cidadãos pagam mais de uma vez para ter acesso à saúde e que boa parte do dinheiro para financiar o SUS vem de contribuições sociais de patrões e empregados; do pagamento de impostos embutidos no preço de produtos em serviços (Impostos sobre Circulação de Mercadorias – ICMS); imposto sobre o lucro (Cofins); IPVA.
Fonte: NCST/SP



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