Ponto eletrônico: a conquista de mais uma garantia para o trabalhador
Data de publicação: 24 Set 2013Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), já são 700 mil empresas, em todo o Brasil, que se utiliza do ponto eletrônico, uma ferramenta que faz o registro e contabiliza, de maneira justa, a jornada de trabalho do cidadão.
Para tratar de questões cruciais sobre a utilização do ponto eletrônico a Diretora da Nova Central,Ledja Austrilino, juntamente com a assessora da NCST, Patrícia Mendonça participaram, semana passada, na sede da Força Sindical em São Paulo, de uma nova reunião do Grupo de Trabalho (GT) sobre o Ponto Eletrônico.
A reunião realizada com a bancada dos trabalhadores (Nova Central, CUT, Força Sindical e UGT), teve por fim assistir a apresentação de um sistema alternativo do registro do ponto eletrônico.
A Exposição do modelo foi feita pela professora da Universidade de Minas Gerais que apresentou uma proposta de utilização do dispositivo para controle do Registro Eletrônico de Ponto (REP) que permita aos dados nele inserido serem criptografados no intuito de validar o ponto do trabalhador.
Durante a apresentação,a docente lembrou ainda que após a criação do dispositivo a Universidade de MG acabou por referendar o projeto, pela importância que ele representa.
Ledja Austrilino, lembrou ainda da existência de uma grande dificuldade no uso do ponto eletrônico, apesar da criação da Portaria (373), do MTE que tornou obrigatória a partir de 1 de setembro de 2011, que se dê especial atenção à verificação da regularidade dos bancos de horas, e possa garantir mais segurança no registro e na sua inviolabilidade. Conquista esta, alcançada, em sua opinião, em benefício da classe trabalhista.
Esta reunião faz parte de uma agenda definida para apresentação de vários sistemas alternativos para registro do ponto eletrônico e posterior escolha do que for mais adequado à realidade dos trabalhadores.



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