Motociclistas lutam por um trânsito mais seguro e sem acidentes
Data de publicação: 24 Abr 2013Para falar sobre o assunto, foram convidados o presidente da Federação Nacional dos Motociclistas Profissionais (FETRAMOTO), que na ocasião representou também a Nova Central, Reivaldo Alves de Morais, o assessor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Dilson de Almeida, o representante do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit),Valter Tani, o técnico de Planejamento e Pesquisa, na Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA),Carlos Henrique e a professa da faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Maria Helena Prado. Presidindo a mesa de debate esteve o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS).
Primeiramente o representante do Denatran justificou que a falta de fiscalização se deve ao pequeno número de profissionais que existem no órgão para inspecionar o Sistema Nacional de Trânsito, e assim haver um desempenho almejado nos dispositivos legais e regulamentares. “Precisamos educar toda a sociedade brasileira e fiscalizar de maneira harmônica, além de reformular a atuação do orgão para vencer os acidentes de trânsito”. Explica Dilson Souza.
A professora Maria Helena ressaltou o papel da publicidade em subsidiar todos os setores que tratam da questão do trânsito e consequentemente dos acidentes nele ocasionado. “É necessário colocar o problema na agenda governamental por meio da publicidade e que cada setor possa desempenhar o seu papel. Em minha opinião a prevenção é o melhor caminho”, expõe.
Ainda segundo Carlos Henrique, não adiantaria ter legislação avançada sem a devida fiscalização. “O Brasil perde em média 40 milhões de reais por ano com perda de produção, ou seja, quando um jovem tem sua vida abreviada pelo acidente de trânsito. Quem paga por isso é a previdência social, a previdência privada, e sobre tudo a família. Vamos então trabalhar com a prevenção”. Encerra.
No final da audiência o deputado Sérgio Moraes sugeriu que fosse feito um debate mais abrangente sobre o assunto, que se daria por meio de um seminário. Segundo ele o tema que é de grande relevância deve ser ampliado para que outros atores sociais participem das novas discussões, e só assim ser possível decidir pela aprovação ou não do PL 1.517/11.



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