Presidente não se manifesta em relação aos demais pontos da pauta apresentada. Mas garantiu que não vai flexibilizar a CLT e que determinará estudos sobre a isenção de Imposto de Renda sobre a PLR. Nova Central defende mobilizações em defesa da agenda unitária da classe trabalhadora." /> Presidente não se manifesta em relação aos demais pontos da pauta apresentada. Mas garantiu que não vai flexibilizar a CLT e que determinará estudos sobre a isenção de Imposto de Renda sobre a PLR. Nova Central defende mobilizações em defesa da agenda unitária da classe trabalhadora.">

Presidente Dilma afirma que não vai propor mudanças na CLT

Data de publicação: 14 Mar 2012

Durante a reunião com as centrais sindicais, a presidente Dilma Rousseff foi taxativa ao afirmar: "No meu governo não vai ter reforma trabalhista. Nenhum ministro está autorizado a falar sobre isso ou propor qualquer coisa nesse sentido".

A manifestação ocorreu em reunião com a Nova Central e as demais centrais sindicais (CTB, CGTB, FORÇA SINDICAL, UGT e outras).

Sobre a pauta apresentada pelas centrais sindicais ela não se manifestou o que vai levar as entidades sindicais a se mobilizarem em defesa dessas propostas. Apenas assegurou que vai determinar ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, a realização de estudos sobre a isenção do Imposto de Renda na Participação sobre Lucros e Resultados (PLR) dos trabalhadores.

Ela concordou com as críticas dos dirigentes sindicais sobre as ameaças de flexibilização da CLT e garantiu que durante o seu governo não vai haver qualquer reforma trabalhista e desautorizou os ministros a propor qualquer coisa neste sentido.

A presidente Dilma concordou, também, com a necessidade de que as empresas que recebem incentivos públicos ofereçam contrapartidas sociais. Disse que vai debater a questão com os empresários.



A reunião realizada no Palácio do Planalto na tarde de quarta-feira (14/03) tendo na pauta assuntos de interesse da classe trabalhadora: 40 horas semanais, convenção 87 da OIT, desindustrialização, aposentados e pensionistas, fator previdenciário, entre outros assuntos. As entidades sindicais também manifestaram preocupação com a crise internacional que atinge, sobretudo, os países desenvolvidos.

Após 3 horas de reunião, as centrais sindicais não ouviram nenhuma promessa que atenda à pauta trabalhista. "Continuaremos fazendo grandes manifestações para sermos atendidos em nossas reinvidicações", lembra José Calixto, presidente NCST.

Participaram da reunião com a presidente Dilma Rousseff, o presidente da Nova Central José Calixto Ramos, Moacyr Roberto Tesch, secretário geral da Nova Central, a diretora Vera Leda, e os representantes das demais centrais sindicais.

Imprensa/Nova Central

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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