Os impactos da crise mundial, a necessidade de maior proteção à classe trabalhadora, jornada de 40 horas, fim do fator previdenciário, regulamentação da Convenção 151, a defesa de uma nova política industrial e a imediata redução dos juros. Entre outros, estes  serão os temas que as centrais sindicais vão apresentar à presidente Dilma Rousseff na  reunião que será realizada nesta quarta-feira (14), às 16 horas, com a participação da Nova Central." />  Os impactos da crise mundial, a necessidade de maior proteção à classe trabalhadora, jornada de 40 horas, fim do fator previdenciário, regulamentação da Convenção 151, a defesa de uma nova política industrial e a imediata redução dos juros. Entre outros, estes  serão os temas que as centrais sindicais vão apresentar à presidente Dilma Rousseff na  reunião que será realizada nesta quarta-feira (14), às 16 horas, com a participação da Nova Central.">

Reunião das centrais sindicais com Dilma terá como pauta propostas da Conclat de 2010

Data de publicação: 14 Mar 2012

 Os representantes das centrais sindicais, entre elas a Nova Central, vão reunir-se com a presidente Dilma Roussef (quarta-feira,14). Na   pauta do encontro, marcado para as 16hs, estão várias reivindicações, em especial a defesa das propostas aprovadas na Conclat de 2010.
Segundo o presidente da Nova Central as centrais querem maior empenho do governo no atendimento das demandas do movimento sindical.

Serão debatidos, também, questões  da conjuntura econômica e política, a necessidade da aprovação do  projeto de lei que pune com multas a discriminação salarial contra mulheres nas empresas, a necessidade de mais diálogo entre as centrais sindicais e a Presidência da República e a crise mundial do capitalismo cujas consequências não deve ser transferidas para os trabalhadores.

A pauta da reunião prevê o encaminhamento dos seguintes temas:

• Mudanças na política econômica – reduzir os juros e conquistar o desenvolvimento com valorização do trabalho, distribuição de renda e fortalecimento do mercado interno;
• Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários;
. Política industrial para gerar mais empregos;
• Fim do fator previdenciário;
• Regulamentação da terceirização para garantir os direitos dos trabalhadores;
• Ratificação da Convenção 158 da OIT para combater a rotatividade da mão de obra;
• Regulamentação da Convenção 151 da OIT, pelo direito de organização e negociação coletiva dos servidores públicos;
• Reforma agrária e fortalecimento da agricultura familiar;
• Reforma urbana;
• 10% do pré-sal para educação;
• Pela democratização da mídia;
• Valorização das aposentadorias;
• Defesa da soberania e autodeterminação dos povos.
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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