O desenvolvimento do país se tornará cada vez mais sustentável à medida que o povo brasileiro tiver mais ganhos sociais.

Essa foi a mensagem da presidente Dilma Rousseff no FST 2012. 

Ela não se importou com os protestos pela construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, contra o novo código florestal e a violência  na desocupação da comunidade do Pinheirinho, em São Paulo. 

 

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Essa foi a mensagem da presidente Dilma Rousseff no FST 2012. 

Ela não se importou com os protestos pela construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, contra o novo código florestal e a violência  na desocupação da comunidade do Pinheirinho, em São Paulo. 

 

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Dilma ignora protestos e defende ganhos sociais

Data de publicação: 27 Jan 2012

 Após se encontrar com o governador Tarso Genro e com o Conselho Internacional do Fórum Social Mundial, Dilma participou da atividade "Diálogos Sociedade Civil e Governos", no ginásio Gigantinho, em Porto Alegre. Tarso e o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, também estiveram presentes e fizeram breves saudações.

Representando a sociedade civil, o boliviano Pablo Solon falou sobre os desafios ambientais que o planeta e a humanidade estão enfrentando e cobrou posições concretas dos governos na reunião de cúpula da Rio +20, em junho, no Rio de Janeiro.

Em sua fala, a presidenta defendeu a idéia de que o desenvolvimento do país se tornará cada vez mais sustentável à medida que o povo brasileiro tenha mais e mais ganhos sociais. 

Ela saudou a realização do Fórum Social Temático 2012 e lembrou que esteve presente na primeira edição do FSM, em 2001, quando era secretária de Minas e Energia do governo Olívio Dutra (também presente ao ato).

O Gigantinho recebeu um bom público, entre 4 e 5 mil pessoas, com maioria de apoiadores, mas Dilma não deixou de ouvir protestos. Houve pedidos pela interrupção da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, pelo veto do novo código florestal e pela intervenção federal na desocupação violenta da comunidade do Pinheirinho, em São Paulo.

Em seu discurso, Dilma não fez qualquer menção a nenhuma das três questões.

Depois de participar do ato, Dilma retornou a Brasília.

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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