Marcha das Mulheres Negras volta às ruas neste 25 de julho

Data de publicação: 25 Jul 2022


A partir das 17h30 desta segunda-feira, Dia da Mulher Negra LatinoAmericana e Caribenha e de Tereza de Benguela, Marcha realiza ato com início na Praça da República; protesto vai percorrer ruas do centro histórico.

Após dois anos de pandemia, nesta segunda-feira, 25 de julho, a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo volta a ocupar as ruas da capital. Às 17h30, as mulheres dão início à concentração para o ato que acontecerá na Praça da República, de onde sairão em caminhada pela rua São Luiz até o Theatro Municipal.

Ao longo da manifestação, mulheres negras vitimadas pela Covid-19 e integrantes da Marcha que faleceram por outras causas serão homenageadas. Entre tantas, a poetisa e atriz Tula Pilar, a jornalista Helena Nogueira e a técnica de enfermagem e parteira Angélica Ferreira Paim (a Preta Jaya). Integrantes do Ilú Obá de Min, tradicional cortejo feminino para Xangô, participam mais uma vez da Marcha. A abertura do ato contará com uma performance de Débora Marçal e o Bando Macuas.

A Marcha volta a ocupar os espaços públicos com o lema: “Nem fome, nem tiro, nem cadeia, nem Covid: Parem de nos matar! Mulheres negras nas ruas e nas urnas para derrotar o fascismo, o racismo, a LGBTfobia e o genocídio! Por comida, emprego, educação, saúde e demarcação das terras quilombolas e indígenas! Por nós, por todas nós, pelo Bem Viver!”

Articulação suprapartidária, supra-religiosa, autônoma e independente de governos, a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo propõe um retorno à unicidade da luta das mulheres negras, cis e transgêneras, contra as opressões racistas, machistas e decorrentes da estrutura social capitalista, articulando as perspectivas de gênero, raça e classe. Seguimos também em solidariedade às mulheres indígenas e quilombolas que lutam cotidianamente pela demarcação e titulação de seus territórios, e às migrantes, imigrantes e refugiadas.

A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), por meio da sua secretária nacional e estadual de Promoção de Igualdade Racial e Gênero, Cátia Laurindo (Nega Show), reforça o seu apoio à luta e estará presente na Marcha das Mulheres Negras.

CLIQUE AQUI E CONFIRA A PROGRAMAÇÃO 

Informações: Marcha das Mulheres Negras de São Paulo  
 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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