A ‘roda da economia’: centrais pedem auxílio de R$ 600 e desoneração da folha

Data de publicação: 4 Nov 2020



“O auxílio atende trabalhadores informais, alimenta o consumo, a atividade nas empresas e protege milhões de empregos”, afirmam os sindicalistas


 
Sindicalistas fazem ato diante do BC na Avenida Paulista: pressão no Congresso



por Vitor Nuzzi



Representantes de seis centrais sindicais fizeram no final da manhã desta terça-feira (3) ato público, em São Paulo, para cobrar manutenção do auxílio emergencial no valor de R$ 600 e da desoneração da folha de pagamento. A manifestação foi realizada diante da sede do Banco Central, na Avenida Paulista.

No caso da desoneração da folha, os sindicalistas lembram que a prorrogação deve ser por prazo determinado, com a condição de que haja garantia de emprego durante a vigência. A princípio, a medida termina em 31 de dezembro. O Congresso aprovou a prorrogação por um ano, mas Jair Bolsonaro vetou. Está prevista para esta quarta-feira (4) sessão conjunta do parlamento para apreciar vetos presidenciais, inclusive sobre a desoneração.

Circulam estimativas de que pelo menos 1 milhão de empregos poderão ser eliminados se a desoneração acabar agora. O país atingiu nível recorde de desemprego, conforme pesquisa divulgada na semana passada pelo IBGE.


Abaixo-assinado


Sobre o auxílio, as centrais se mantêm em campanha para que a Medida Provisória 1.000 entre na pauta. Apresentada há dois meses, a MP prorrogou o benefício até dezembro, mas reduzindo o valor pela metade, para R$ 300. A oposição apresentou emendas restabelecendo os R$ 600. E as entidades sindicais, por sua vez, têm um abaixo-assinado (aqui) para ajudar a pressionar deputados e senadores.

“Mais de 60 milhões de brasileiros dependem exclusivamente do auxílio para sobreviver, em consequência dos efeitos da pandemia, da crise econômica e da irresponsabilidade e incompetência do governo Bolsonaro”, afirmam as centrais que organizaram o ato. “O auxílio impacta diretamente na economia: atende trabalhadores informais, alimenta o consumo, a atividade nas empresas e protege milhões de empregos. Faz a roda da economia girar. E, desde abril, impede que o Brasil mergulhe em uma crise econômica ainda maior, o que afetaria também os empregos dos trabalhadores formalizados.”




Fonte: Rede Brasil Atual - RBA

 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

NEWSLETTER
RECEBA NOTÍCIAS POR EMAIL

Receba diariamente todas as notícias publicadas em nosso portal. Após cadastro, confirme sua inscrição clicando no link que chegará em sua caixa de entrada. Confira essa novidade!

SAF-Sul Quadra 02 Bloco D Térreo - Sala 102 - Ed. Via Esplanada - CEP: 70070-600 - Brasília-DF | Telefone: (61) 3226-4000 / Fax: (61) 3226-4004

Back to Top