67 milhões de brasileiros precisam do auxílio de R$ 600

Data de publicação: 22 Out 2020



“É inaceitável que o presidente Bolsonaro edite MP para cortar o benefício pela metade, reduzindo o valor de R$ 600 que está na lei que votamos, para R$ 300”


 
Em todo o Brasil o povo buscou auxílio emergencial´(Foto: Reprodução)



por Perpétua Almeida



O Brasil enfrenta uma das piores crises econômicas da história onde 67 milhões de brasileiros não tem de onde tirar para sobreviver. É urgente, portanto, assegurarmos o auxílio emergencial de R$ 600 para essas famílias até o final de dezembro, enquanto durar o decreto de calamidade.
 
Nós da Oposição estamos mobilizados em luta e seguiremos pressionando para que se faça imediatamente a leitura, o debate e a votação da Medida Provisória (MP) 1000, que trata do tema. É inaceitável que o presidente Bolsonaro edite MP para cortar o benefício pela metade, reduzindo o valor de R$ 600 que está na lei que votamos, para R$ 300.
 
É intolerável que a base do governo evite votar matéria tão importante. O medo de se expor em período eleitoral não pode prevalecer, enquanto os mais necessitados esperam essa ajuda. Queremos que esses parlamentares venham votar a MP e que o Governo se explique o corte de R$ 300 na parcela do auxílio.
 
A situação é alarmante. Conforme a Fundação Getúlio Vargas (FGV), 61% dos beneficiários do auxílio emergencial, cerca de 38 milhões de pessoas, ficarão desamparados quando acabar a transferência emergencial. Essa população é considerada invisível e sequer está no cadastro único. Não receberão nem mesmo o Bolsa Família.
 
Pesquisas mostram que o auxílio emergencial de R$ 600 criado pelo Congresso contra a vontade de Bolsonaro, que defendia apenas R$ 200, foi fundamental para estimular a economia. Apesar do nosso amplo esforço para reduzir danos, o país atingiu uma taxa recorde de desemprego. Segundo o IBGE, há 13,7 milhões de desempregados.
 
Infelizmente, o pior ainda está por vir em 2021, tendo em vista que a atividade econômica não deve recuperar nem metade do que perdeu. O chocante é que não existe uma agenda com um projeto amplo de investimentos e programas sociais para reerguermos a nação.  
 
A reforma administrativa, que ataca direitos dos servidores consagrados na Constituição cidadã, não toca nos super salários do país, a reforma tributária que aumenta imposto para os mais pobres e não cobra dos mais ricos e a redução do auxílio emergencial não são solução para o Brasil. Pelo contrário, agravam a recessão econômica. O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende apenas pautas ultraliberais e quer vender o patrimônio nacional. A bola da vez é a proposta de privatização dos Correios. Não aceitaremos mais desmontes.
 
Defendemos um programa de renda mínima para os próximos anos. O Renda Cidadã, proposto por Bolsonaro, é uma farsa, comete pedaladas e traz o calote como marca.
 
Estaremos novamente unidos em obstrução até que se vote a MP 1000 e se garanta R$ 600 até o final do ano. A Oposição, que sempre esteve à frente de iniciativas de combate à pandemia, mais uma vez estará ao lado dos interesses do povo contra os ataques do governo Bolsonaro.


Colabore com a campanha nacional!






No início do mês de setembro, o governo publicou a Medida Provisória (MP) 1000/20, que reduz o valor do auxílio emergencial pela metade. Isso é inaceitável!

Num país em que a cesta está custando cada vez mais caro, diminuir o auxílio para R$300 é deixar as famílias mais pobres ainda mais desprotegidas.

Pressione agora os parlamentares de seu estado e o presidente da Câmara para retomar a renda emergencial no valor de #600PeloBrasilhttps://napressao.org.br/campanha/600pelobrasil#pressione


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Fonte: Portal Vermelho com adptações da Imprensa NCST
 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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