Dirigentes da NCST são convidados especiais do programa 'A Hora do Trabalhador'

Data de publicação: 10 Ago 2020

José Reginaldo Inácio, vice-presidente da NCST



Na última sexta-feira, 07 de agosto, dois dirigentes da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, José Reginaldo Inácio e Oswaldo Augusto de Barros, foram convidados a participar da edição especial do programa “A Hora do Trabalhador”. Com exibição na Rádio Educadora do Município de Limeira (SP), o tema escolhido tratou das manifestações do “Dia Nacional de Luto e de Luta”, oportunidade em que as lideranças sindicais da NCST denunciaram o descaso, o negacionismo  e o despreparo do governo no enfrentamento das mazelas sanitárias, econômicas e sociais resultantes  da pandemia.
 

Síntese das participações

 
José Reginaldo Inácio denunciou a desconexão dos gestores com a realidade pandêmica que já acometeu, no mínimo, mais de 100.000 vidas no país, considerando a baixa testagem, uma das maiores do mundo. “O desemprego, o desespero e o desalento agravam ainda mais o cenário trágico que vivemos”, reforçou. O líder sindical também alertou para a agenda de “lavagem de imagem” conduzida pelas empresas que realizam doações filantrópicas e, simultaneamente, não garantem condições mínimas que assegurem o cumprimento dos protocolos de defesa da saúde de seus trabalhadores. “Trabalhador acometido com Covid-19 deve preencher a Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT). Se a empresa não colaborar, os funcionários que se infectaram devem buscar os seus sindicatos para ter acesso ao documento e para assegurar indenizações futuras”, aconselhou.

 
Oswaldo Augusto de Barros, diretor de Educação e Cultura da NCST

 
Oswaldo Augusto de Barros, na oportunidade, representou o Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), que congrega dezenas de Confederações nacionais. Durante a entrevista por telefone o líder sindical e professor recordou a Live “1 hora pela Vida” (saiba mais), contribuição do FST ao conjunto de atos nacionais realizados do dia 7 de agosto. “Persiste uma ausência total de plano de governo para as mazelas sanitárias e sociais. Precarizaram da tal forma o trabalho que aqueles contratos que foram apresentados na ‘reforma trabalhista’, nenhum patrão entendeu, naquele momento, que era o momento de arriscar, contrariando as previsões equivocadas de maior oferta de vagas de trabalho. Desde 2016 estamos sem um projeto nacional para o incremento de empregos e renda. Sem o aumento da oferta de empregos e crescimento da renda familiar, você não gira a economia. O Estado está perdendo arrecadação com essa asfixia econômica e as empresas estão perdendo seus clientes. Esse ciclo precisa mudar”, alertou o sindicalista.

 
Assista a íntegra do programa:


 

 



Imprensa NCST com “A Hora do Trabalhador”


 
A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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