CNI e centrais sindicais debateram futuro do trabalho no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro

Data de publicação: 25 Out 2019





O presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, José Calixto Ramos, participou, nesta quarta-feira (24/10), do “Seminário  Pelo Futuro do Trabalho: Os desafios para a indústria e a qualificação profissional no Brasil”, no Rio de Janeiro. Os debates giraram em torno da revolução tecnológica em curso, que vem promovendo mudanças radicais nas formas de produzir e de trabalhar. Diante da necessidade de encontrar soluções para os desafios que as novas tecnologias e o advento da Indústria 4.0 impõem ao país, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e as seis maiores centrais sindicais – principais representações do setor produtivo e dos trabalhadores do Brasil – vêm dialogando para a construção de uma agenda comum para a geração de emprego e para o futuro da indústria e do trabalho.
 
Na oportunidade, José Calixto Ramos reforçou a necessidade de diálogo permanente entre as entidades dos trabalhadores e patronais, com objetivo de propiciar “autonomia e participação com paridade de armas, de informações, promovendo a igualdade de oportunidades e a eliminação de todas as formas de discriminação”. O líder sindical conclamou que ambas representações colaborem para um “futuro com máquinas, inteligência artificial, com desenvolvimento industrial, mais acima de tudo com respeito ao homem, a vida  e a dignidade do trabalhador.”

 
Assista a participação do presidente da NCST:

 



 

O diálogo foi reforçado por representantes da sociedade quando a CNI e as centrais sindicais (CUT, Força Sindical, UGT, CSB, NCST e CTB) consolidaram parceria em torno das necessárias discussões em torno do tema. Durante o evento, ocorrido das 8h às 12h30 no Museu do Amanhã, representantes da indústria e líderes sindicais debateram os desafios atuais para o emprego e a formação profissional no país. 







O tema foi discutido em dois painéis sobre duas perspectivas. No primeiro, foi feita uma análise das transformações no sistema produtivo no Brasil e no mundo e as implicações no futuro do trabalho. No segundo, foram debatidos os desafios para se formar e qualificar o trabalhador do futuro no contexto de transformação.
Segundo o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, essa parceria da indústria com as entidades sindicais é estratégica para a competitividade do setor produtivo nacional. “Estamos do mesmo lado para construir um Brasil melhor. Vamos procurar trabalhar junto naquilo em que nós convergimos”, disse.
 

* Filmagem registrada pela Assessora Jurídica da NCST, Zilmara Alencar 
 
 

 
Fonte: Agência de Notícias CNI com adaptações da Imprensa NCST
 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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