NCST colabora com os debates e apresenta alternativas aos temas VIII Fórum BRICS Sindical

Data de publicação: 18 Set 2019




* Conteúdo atualizado às 19h44 de 18/09/2019



Nesta quarta-feira 18/09, lideranças sindicais da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, após debates que giraram em torno da conjuntura nos países BRICS, políticas públicas, diálogo social e perspectiva global, apresentaram pontos que consideram estratégicos para a retomada do crescimento econômico e recuperação de ambiente favorável para o aumento da oferta de empregos no mercado de trabalho brasileiro e dos demais países integrantes do BRICS. Com destacada participação (saiba mais), representantes da NCST colaboraram com propostas e diretrizes para a elaboração documento de consenso entre as centrais sindicais apontando alternativas aos desafios da classe trabalhadora frente às mudanças resultantes do avanço tecnológico, da concentração de renda e do desmonte das atribuições sociais do Estado.


Veja a avaliação do diretor de Finanças da NCST, João Domingos Gomes dos Santos:







As delegações dos países Rússia, Índia, China e África do Sul intensificaram suas participações nos debates desta quarta-feira (18/09). Os líderes sindicais estrangeiros compartilharam conhecimentos e informações sobre as organizações sindicais de seus países e os desafios da classe trabalhadora frente os avanços tecnológicos, os impactos econômicos resultantes do aquecimento global, os acordos comerciais e econômicos liberalizastes, fatores que, somados, impõe uma agenda de precarização das relações trabalhistas, jogando massas expressivas de trabalhadores em atividades informais e desprotegidas socialmente, circunstâncias que ocorrem, simultaneamente, à expansão desemprego entre as nações em desenvolvimento, entre estas, as integrantes do BRICS.



Veja a avaliação do diretor suplente de Relações Internacionais e coordenador da bancada da NCST no BRICS Sindical, Eduardo Maia:








As guerras comerciais entre as maiores economias mundiais, também foram abordadas com preocupação pelos painelistas estrangeiros. As contradições e problemas resultantes das disputas de caráter comercial, alertaram, devem ser observadas com atenção pelas organizações sindicais. É a partir de decisões econômicas que as políticas públicas são descontinuadas ou preservadas; bem como “reformas estruturantes”, via de regra, renegam questões sociais quando estas competem com a preservação das vantagens relativas aos integrantes da elite econômica mundial, com destaque para operadores mercado financeiro, avaliaram.


Veja a avaliação do diretor de Saúde e Segurança da NCST, Raimundo Salvador da Costa Braz:







Nas discussões, as lideranças sindicais brasileiras e estrangeiras chegaram ao consenso de fortalecer o bloco econômico dos BRICS. Os painelistas argumentaram que é preciso expandir opções para rotas econômicas alternativas, que possam apresentar contrapontos aos que tentam consolidar hegemonia nas relações econômicas internacionais.







Os sindicalistas reforçaram a necessidade de fortalecer estruturas econômicas, como o Banco dos BRICS, de maneira a financiar vantagens financeiras mútuas aos países associados. Estes recursos, avaliam, podem ser utilizados para financiar o cumprimento de convenções da OIT, que preservam proteção legislativa e social aos trabalhadores e que, indiretamente, colabora para a harmonia social e econômica dos países integrantes do bloco.

A vice-presidente da NCST/DF, Vera Leda de Morais, interviu com sugestão para o uso de recursos do Banco do BRICS para o financiamento de iniciativas de qualificação e readequação das habilidades profissionais exigidas pelas novas modalidades de emprego.


Assista:







Os participantes, na oportunidade, também apresentaram a necessidade de fortalecer as estruturas tripartires de negociação, e que estas sejam consultadas pelos governantes antes de tomada de decisões que tenham impactos econômicos, trabalhistas e sociais. A intenção das representações sindicais do BRICS, reforçaram, é colaborar com alternativas economicamente viáveis, com foco no desenvolvimento econômico com progresso social.







Ao final da tarde, participantes do VIII Fórum do BRICS Sindical reuniram-se com o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Pereira (PRB-SP), para apresentar propostas encaminhamentos ao parlamento brasileiro.







As discussões do Fórum BRICS Sindical objetivaram subsidiar os coordenadores das representações sindicais participantes do evento para intervenções junto aos Ministros do Trabalho dos países integrantes do BRICS, que irá ocorrer entre os dias 19 e 20 de setembro. O objetivo é apresentar alternativas aos desafios do mundo do trabalho, com foco no aumento da oferta de empregos dignos e socialmente protegidos.




Imprensa NCST

 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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