Dirigentes da NCST participam de encontro internacional do BRICS sobre o futuro do trabalho

Data de publicao: 17 Set 2019


Eduardo Maia, diretor suplente de Relações Internacionais e coordenador da representação da NCST no VIII Fórum BRICS Sindical



Lideranças sindicais da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST participaram, nesta terça-feira (17/09), da abertura do Encontro Sindical para o Futuro do Trabalho do evento BRICS Brasil 2019, organizado pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. O encontro internacional reúne, entre os dias 16 a 20 de setembro, na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e no Ministério da Economia, representantes políticos, sindicais e empresariais dos países Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Os dirigentes sindicais da NCST participam das discussões da 1ª Reunião do Grupo de Trabalho sobre Emprego do BRICS, oportunidade em que os representantes da Nova Central reafirmaram posicionamento pela preservação de direitos constitucionais, o respeito às normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificadas pelo país, a proteção social e um modelo de Previdência público, de repartição e inclusivo. “Não estamos aqui para ratificar uma agenda pré-estabelecida pelo governo brasileiro, mas para colaborar com alternativas que, de fato, resgatem os empregos, a valorização salarial e a recuperação econômica do país”, reforçaram.


Veja a avaliação do diretor Secretário Adjunto da NCST, Wilson Pereira:







Nas atividades desta terça-feira, painelistas brasileiros e estrangeiros - presentes ou por videoconferência - colaboraram com informações técnicas sobre o futuro do trabalho, crescimento econômico inclusivo e trabalho decente. Os palestrantes – especialistas nos temas em debate - compartilharam conhecimentos que subsidiarão discussões tripartites, com participação de representantes do governo, dos empresários e dos trabalhadores.



Veja a avaliação da vice-presidente da NCST/DF, Vera Leda de Morais:








O coordenador da representação da NCST no encontro o internacional, Eduardo Maia, foi um dos paneilistas desta terça-feira (17/09), Na oportunidade, Maia colaborou com informações relacionadas aos trabalhadores do setor público, categorias que ofertam serviços indispensáveis ao bem-estar social. O representante da NCST denunciou que os servidores públicos, no Brasil, não têm regulamentada a negociação coletiva e o direito de greve, pilares da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificada pelo país. Maia desconstruiu, na oportunidade, o discurso de que o Brasil possui um “estado inchado”, sendo entre as nações integrantes da OCDE, a que menos dispõe de servidores públicos por habitante.


Assista a participação do representante da NCST:







Conjuntura



Os dirigentes sindicais do BRICS compreendem o impacto dos avanços tecnológicos, das mudanças climáticas e do controle político por grandes players financeiros Internacionais, como uma conjuntura de fatores que colaboram para a disseminação da informalidade e da precarização no mercado de trabalho. Cobrar o exercício das atribuições e reafirmar a responsabilidade social dos Estados na mediação das relações entre capital e trabalho, é apontado como principal instrumento de promoção do desenvolvimento econômico e da plena cidadania, com trabalhadores respeitados em seus direitos, laborando em empregos dignos e protegidos socialmente.


Veja a avaliação da diretora de Assuntos de Cooperativismo e Economia Solidária da NCST, Ledja Austrilino Silva:







Entre os dirigentes brasileiros prevaleceu a convicção dos efeitos nocivos da Emenda Constitucional 95 que, por congelar gastos primários por duas décadas, reduz a capacidade de investimento em áreas estratégicas como educação, políticas públicas sociais, ciência e tecnologia; motores indispensáveis ao desenvolvimento econômico e social de qualquer nação. Os sindicalistas denunciaram que os gastos financeiros não foram impactados pelas regras da EC 95. Tal negligência, denunciaram, transformou-se em mecanismo que assegura vantagens relativas ao capital improdutivo, em detrimento da produção; cenário que favorável à concentração de renda, o desemprego estrutural e o encolhimento do Produto Interno Bruto (PIB). As necessárias mudanças de que o Brasil precisa, avaliaram, passa pela derrubada da EC 95 e a retomada do investimento.







Os sindicalistas prosseguem debatendo os desafios do mercado de trabalho com objetivo de, ao final das discussões, elaborarem uma proposta que apresente alternativas viáveis de superação do desemprego, da informalidade e do trabalho precário.


Representação da NCST







Os dirigentes João Domingos Gomes dos Santos; Eduardo de Souza Maia; Wilson Pereira; Ledja Austrilino Silva; Vera Leda de Morais e Raimundo Salvador da Costa Braz formaram a bancada da Nova Central nas discussões desta terça-feira do encontro internacional.





Imprensa NCST
 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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