A volta da CPMF e a carteira verde e amarela

Data de publicao: 5 Set 2019





Companheiros e Companheiras dirigentes sindicais que representam trabalhadores e trabalhadoras

 

O governo Jair Bolsonaro e sua equipe destruidora de direitos trabalhistas e sociais preparam mais duas dinamites, desta vez se trata de implantação da CPMF e da famigerada carteira de trabalho verde e amarela com menos direitos.

Um dos argumentos continua sendo o de gerar emprego, o outro argumento utilizado pelo ministro Paulo Guedes, que desta vez caiu na real, é de que não é o trabalhador quem vai fazer a opção de querer vínculo com todos os direitos na carteira azul, ou com menos direitos na carteira verde e amarela, e sim a empresa.

O que é lamentável não é constatar que as propostas apresentadas pelo Bolsonaro destroem direitos e tira o poder aquisitivo dos trabalhadores, mesmo porque em sua campanha ele disse que os trabalhadores teriam que escolher se queriam direitos ou empregos, e sim os parlamentares que, liderados pelo presidente da câmara do senado e dos líderes dos partidos, com o objetivo de se autopromover querem o protagonismo, demonstrando que são capazes de fazer as reformas, aprovando na base do “toma-la/dá-ca” sem uma discussão mais aprofundada das reais reformas que o país precisa para que o setor produtivo produza, e para que a sociedade tenha poder aquisitivo para consumir.

As empresas não contratam trabalhadores porque o custo é alto ou baixo, ela contrata quanto tem necessidade. Agora, se elas tiverem a possibilidade de substituir um trabalhador que ganha mais por um com salário menor e menos benefícios, com certeza o farão.

O exemplo da terceirização, que muitas empresas vêm substituindo setores de trabalhadores com vínculo diretamente na empresa preponderante por terceiros com salários e benefícios menores.

Nós somos contra, pois precariza as condições de trabalho e reduz o salário e benefícios dos trabalhadores, além de ficarem mais expostos a acidentes e doenças ocupacionais do trabalho.

Sem mais, saudações sindicais.
 


Artur Bueno de Camargo
Presidente da CNTA






Fonte: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins de Limeira e Região - Stial, entidade filiada à NCST

 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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