Conhecimento, resistência e mobilização: a manutenção do movimento sindical em tempos de crise

Data de publicação: 10 Maio 2019



“Em momento algum nós podemos desistir. O que nós precisamos é arregaçar as mangas e ir à luta. A Contratuh está fazendo o papel dela, assim como vocês estão fazendo o de vocês, dispostos a se qualificar e fortalecer para enfrentar este momento. O movimento sindical não vai morrer, porque nós não vamos deixar”. Assim, emocionado, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade – Contratuh, Wilson Pereira, discursou na abertura dos trabalhos do Workshop Regional de 2019, programa de Qualificação Sindical promovido pela entidade. A etapa preparada para a região nordeste reúne dezenas de dirigentes sindicais filiados à Contratuh na Colônia de Férias do Sintrahortuh, em Caucaia/CE.




O primeiro palestrante do dia, o analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – DIAP, André Santos, abordou o tema ”Conjuntura Política pós eleição 2018”. Os participantes lotaram o Auditório Luiz Onofre Chaves de Brito, ouviram atentos sobre o cenário político atual e entenderam a necessidade de ocupar os espaços no processo decisório do país. “As manifestações de rua são importantíssimas, mas hoje nós temos parlamentares que recebem debandas de várias áreas diferentes e que precisam ser orientados. É fundamental que os representantes de trabalhadores estejam dentro do Congresso Nacional articulando e levando aos parlamentares as preocupações da classe trabalhadora”, destacou o assessor.




O segundo palestrante do dia, professor e consultor sindical Sebastião Soares, abordou o tema ”O movimento sindical de trabalhadores no Brasil do século 21”. Ele levantou o questionamento sobre o futuro do sindicalismo e afirmou que, ao longo dos últimos anos, o movimento sindical sofreu uma desconstrução do poder, além de pontuar fatores que interferem na atividade dos sindicatos. “Os sindicatos que não se adequarem à realidade política, cultural e econômica tendem a acabar. Mas o sindicato é um ser vivo, ele não é uma estrutura física. O sindicato é feito de sangue, suor e lágrimas. Todo ser vivo evolui e se transforma”, finalizou Soares.




Encerrando as atividades do dia, o assessor jurídico Kennedy Linhares debateu com os participantes a respeito do tema “O Poder Judiciário e o mundo do trabalho”. Dentro da temática, o palestrante falou sobre o papel do sindicalismo na busca por justiça social. “É preciso conhecer e entender quais são os direitos dos trabalhadores. Além disso, é preciso proliferar esse conhecimento e passar para os líderes sindicais. A qualificação dos representantes dos trabalhadores é fundamental neste processo de conscientização da classe trabalhadora. Isto deve ser aliado a articulação junto às autoridades. Não se pode calar diante de atrocidades”, disse







Fonte: Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade - Contratuh


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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