Indicação de relator da 'reforma' confirma que governo não tem base na Câmara

Data de publicação: 2 Abr 2019


Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Felipe Francischini (PSL-PR), informou que o relator da PEC da Previdência será Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG)



Bolsonaro conta apenas com seu partido para tentar aprovar a reforma da Previdência



O governo Bolsonaro não tem base na Câmara dos Deputados e conta apenas com seu partido para tentar aprovar a "reforma" da Previdência. A avaliação é do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), após o presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Casa, Felipe Francischini (PSL-PR), ter informado hoje (28) que o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6 será Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG). A CCJ é responsável por analisar a admissibilidade do texto, primeiro passo da tramitação da matéria na Câmara.

“Em relação à pacificação da relação entre o presidente da República e o presidente da Câmara é difícil de fazer qualquer prognóstico. O comportamento do presidente é muito imprevisível. Depois de tantas declarações de paz, é difícil acreditar que esta será a última. É possível que haja novos confrontos, novos conflitos. Infelizmente, não se pode dizer que isso acabou", disse também Molon, referindo-se aos embates entre Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que marcou os últimos dias.

Hoje, Francischini também detalhou o calendário da análise da proposta na CCJ. Na quarta da semana que vem (3), o colegiado vai receber o ministro da Economia, Paulo Guedes e no dia seguinte a PEC será discutida em audiência pública com juristas. Na segunda semana de abril, será realizada a leitura do parecer. Franciscini reafirmou que pretende votar a PEC da Previdência na comissão em 17 de abril.

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, esteve presente no anúncio do nome do relator. Segundo ele, a escolha do Delegado Marcelo Freitas "é resultado do diálogo que construímos".  Ele acrescentou que esteve hoje com o presidente da Câmara e que, quando voltar de Israel, o presidente Jair Bolsonaro receberá os líderes partidários para "apaziguar" a base.





Fonte: Rede Brasil Atual - RBA com informações da Agência Câmara

 


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