Brasil voltará a crescer e gerará mais empregos

Data de publicação: 16 Jul 2015


Em cerimônia de inauguração de uma ponte em Laguna, no Estado de Santa Catarina na quarta-feira (15/7) a presidenta Dilma Rousseff (PT) reconheceu que o país passa por um momento de dificuldades econômicas, mas que voltará a crescer e gerar mais e melhores empregos. Disse ser preciso construir pontes para unir as pessoas e atravessar as dificuldades, em meio a uma crise com sua base aliada no Congresso Nacional.

“O que nós queremos no Brasil é que entre nós se construam pontes, porque juntos nós somos capazes de superar todas as dificuldades… Podem ter certeza, o Brasil vai voltar a crescer, gerar cada vez mais pontes como essa, gerar empregos e contar com sua população trabalhadora”  afirmou em discurso.

No dia 7 de julho, garantiu em entrevista publicada no jornal Folha de S. Paulo que seus adversários confundem seus desejos com a realidade e não há base legal para ser impedida de governar e que não iria cair. Falou quer acelerar o ajuste fiscal e fará o possível para a recessão ser a menor possível.

“Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso é moleza, isso é luta política. As pessoas caem quando estão dispostas a cair. Não estou. Não tem base para eu cair. E venha tentar, venha tentar. Se tem uma coisa que eu não tenho medo é disso”. Na matéria a presidenta diz que “para tirar um presidente da República tem que explicar por que vai tirar”.

Ela referiu-se a “uma certa oposição um tanto golpista”, porém, acredita que nem toda oposição “seja assim”. Apesar de atritos crescentes com lideranças do PMDB, especialmente o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rejeitou qualquer problema com o partido – o maior da base governista e que tem o vice-presidente da República, Michel Temer – “não são os peemedebistas que querem meu afastamento PMDB ótimo”.

Segundo a presidenta, acelerar o ajuste fiscal é fazer já tudo que for preciso, “porque quanto mais rápido fizermos, mais rápido sairemos dele”. Garantiu ainda que o Executivo prepara “medidas estruturantes que contribuem ao mesmo tempo para o ajuste como para o médio e longo prazos”, mas não disse quais seriam as medidas.

Admitindo estar surpresa com a intensidade da recessão da economia neste ano, Dilma disse que “até o final do ano vou fazer o diabo para fazer a menor (recessão) possível”.
 


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