Empregos, direitos e democracia, esta é nossa luta!

Data de publicação: 28 Maio 2015


Na sexta-feira (29/5) é Dia Nacional de Luta. A Nova Central está engajada neste propósito e orienta para que seus dirigentes se empenhem a nível estadual e nacional. “Este ato soará como um alerta geral para os parlamentares e Governo Federal, de que não aceitaremos pagar a conta pelos problemas causado por eles”, diz o secretário Geral Nacional da Nova Central, Moacir Roberto.

Também segundo ele, neste momento a classe trabalhadora sofre fortes ataques aos seus direitos, por isso, lutar é indispensável para garantir conquistas de longos anos de batalha. Justamente com este objetivo tem participado de várias reuniões em Brasília para discutir temas de interesse dos trabalhadores (as).

Em sua opinião a onda de demissões em inúmeros setores produtivos é decorrência de fatores que devem ser avaliados de uma ótica trabalhistas e não meramente governamental e patronal. “Em tempos de crise estes, preferem pautar a situação meramente pela lógica do mercado e do capital financeiro, dos especuladores de plantão mundo afora”.

Avalia que o capitalismo desde o século 19 tem tropeçado em desastres nas bolsas de valores, nos investimentos empresariais irracionais e, as loucas oscilações, do ciclo comercial que oferecem pouca segurança às pessoas. Sendo que após a Segunda Guerra Mundial, essa desordem influenciou decisivamente no ritmo de desenvolvimento dos países emergentes.

Reflete que por outro lado os sindicatos fortes, garantia do Estado Assistencialista e empresas em grande escala combinaram-se e produziram uma era de relativa estabilidade. Sendo que agora esse período de mais ou menos 40 anos de passado estável, passa a ser contestado por uma nova ordem política/econômica em esfera global.

“Este sistema entra na experiência cotidiana das pessoas como sempre faz, com sucesso e fracasso, dominação e submissão, alienação e consumo. É o que se denomina: mundo caracterizado pela flexibilidade e o fluxo em curto prazo, sem oferecer garantias econômicas ou sociais. Nele empresas se dividem ou fundem novos empregos surgem e desaparecem, como fatos sem ligações”, afirma Moacir.

Defende ser fundamental mudar o processo de atuação do movimento sindical na articulação com órgãos do poder público, com o objetivo de aperfeiçoar o tempo de discussões sobre Leis, Portarias e Normas Regulamentadoras que venham afetar as condições de trabalho, pois se gasta uma eternidade em discussões em ralação a estes instrumentos normativos.

Esclarece que os sindicatos no Brasil têm uma gama de atribuições que não são deles. Que para manter toda estrutura e serviços oferecidos para seus associados e dependentes é preciso um porte significativo de recursos. “Sem dinheiro e liberdade de organização e atuação não se faz nada, principalmente, diante da instabilidade política – econômica da qual teremos que atravessar e enfrentar com muita unidade e sabedoria”, finaliza.


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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