Nesta quarta-feira (26), o Rio de Janeiro sediou mais uma etapa da Semana Nacional de Promoção da Negociação Coletiva 2025, reunindo representantes do governo, trabalhadores e setor patronal para debater temas centrais sobre o futuro das relações de trabalho no Brasil.
Representando a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), participou da mesa de abertura o diretor da central e presidente do Sinproverj, André Dias Lavatori, reforçando o compromisso da entidade com o fortalecimento do diálogo social e da negociação coletiva.
A mesa de abertura contou com:
* Cláudio Secchin, Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no RJ, representando o Governo Federal;
* André Dias Lavatori, representando a NCST;
Painel: Transição Justa
O evento no Rio de Janeiro teve como destaque o painel “Transição Justa – A importância das negociações coletivas, qualificação profissional e manutenção de empregos diante dos avanços tecnológicos”, que abordou temas fundamentais diante das transformações tecnológicas e econômicas em curso.
Painelistas
* Leonardo Soares Bello, Assistente da Secretaria de Relações do Trabalho;
* Luiz Felipe Monsores, Gerente Regional do Trabalho em Volta Redonda/RJ;
* Hamilton Werneck, Assessor Jurídico do SINDMESTRES;
* Maria Rita Barbosa, Gerente Jurídica Trabalhista da FIRJAN.
Mediação
* Ednaldo de Azevedo Silva Júnior, Gerente Regional do Trabalho em Duque de Caxias/RJ.
O debate reforçou que, diante dos avanços tecnológicos e das mudanças nos processos produtivos, a negociação coletiva é essencial para equilibrar inovação, proteção social, qualificação e preservação de empregos.
Destaques da fala de André Dias Lavatori na mesa de abertura
Durante sua participação, André Dias Lavatori destacou pontos centrais sobre o papel da negociação coletiva na construção de uma transição justa:
A tecnologia transforma o mundo do trabalho, mas a negociação coletiva é o instrumento que garante equilíbrio, proteção e diálogo.
Uma transição justa depende de três pilares:
1. Negociação coletiva forte;
2. Qualificação e requalificação profissional;
3. Manutenção e proteção dos empregos.
Com diálogo estruturado, a inovação deixa de ser imposição e se torna oportunidade de desenvolvimento com justiça social.
A NCST reafirma o compromisso de fortalecer a negociação coletiva como ferramenta essencial para garantir um futuro do trabalho mais digno e inclusivo para todos.
Fonte: NCST-RJ