
A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) participa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30), que começa hoje (10) e segue até 21 de novembro, em Belém do Pará. A entidade é representada pelo diretor de Relações Internacionais, Denilson Pestana, que integra a delegação sindical brasileira presente no evento.
Voz dos trabalhadores na agenda climática
A presença da NCST na COP-30 reforça o compromisso da Central com uma transição justa, que una sustentabilidade ambiental e justiça social. Denilson Pestana destaca que as transformações exigidas pelo enfrentamento da crise climática precisam considerar a realidade e os direitos da classe trabalhadora.
“Não há política ambiental efetiva sem o protagonismo dos trabalhadores. A transição ecológica deve gerar empregos de qualidade, respeitar os direitos trabalhistas e promover inclusão social”, afirmou Pestana.
Pautas defendidas pela NCST
Durante a conferência, Denilson Pestana participa de painéis e encontros com representantes de centrais sindicais e organismos internacionais, levando a pauta dos trabalhadores brasileiros aos debates globais. Entre os principais temas defendidos pela NCST estão:
Transição justa e criação de empregos verdes;
Proteção à saúde e segurança dos trabalhadores em contextos de mudanças climáticas;
Valorização do trabalho decente nas cadeias produtivas sustentáveis;
Participação sindical nas políticas ambientais e de desenvolvimento sustentável.
Amazônia e o trabalho no centro da COP-30
Para a Nova Central, a realização da COP-30 em Belém representa um marco simbólico: é na Amazônia que se concentram os maiores desafios e também as maiores oportunidades para um novo modelo de desenvolvimento.
“A defesa do meio ambiente precisa caminhar junto com a defesa do trabalho digno. Não existe sustentabilidade sem justiça social”, ressaltou Moacyr Auersvald, presidente da NCST.
Com a participação na COP-30, a Nova Central reafirma sua presença ativa nos fóruns internacionais e seu compromisso com um futuro sustentável, inclusivo e solidário, onde a luta pela preservação ambiental esteja integrada à luta pelos direitos da classe trabalhadora.