A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) marcou presença, nesta terça-feira (29), na Marcha Nacional contra a Reforma Administrativa, realizada em Brasília. A mobilização reuniu milhares de servidores públicos, representantes sindicais e movimentos sociais de todo o país, que ocuparam a Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional em defesa dos direitos dos trabalhadores e da preservação dos serviços públicos.
O secretário-geral da NCST, Eduardo Maia, a diretora suplente de Infância, Adolescência e Juventude da NCST, Fanny Melo, a diretora para Assuntos da Mulher da NCST, Sônia Zerino, e o diretor financeiro da Nova Central de Minas Gerais (NCST-MG), Marco Antônio Xavier, representaram a Central durante o ato, ao lado de outros membros e lideranças estaduais da Nova Central, que também marcaram presença e reforçaram a unidade da classe trabalhadora contra a proposta de reforma.
“Hoje é um dia histórico para o povo brasileiro. Nós, servidores públicos e toda a população, viemos ao Congresso Nacional dizer aos nossos deputados e senadores que não queremos essa reforma. Ela destrói o serviço público — um bem muito precioso para nós, para os brasileiros. Não à reforma administrativa! Conversem com seus parlamentares e façam o que é certo: defendam o povo brasileiro e digam não à reforma”, destacou Fanny Melo.
“Não à PEC da Reforma Administrativa! Viva o serviço público brasileiro, viva o povo brasileiro! Querem retirar direitos — não apenas dos trabalhadores, mas também impedir que o povo tenha garantias previstas na Constituição da República. Não passarão. Não à reforma administrativa”, afirmou Eduardo Maia.
“Estamos aqui para defender o que é de todos: o serviço público. Essa reforma não atinge apenas o servidor, ela atinge o cidadão que depende da escola, do posto de saúde, da segurança, do atendimento básico. O Estado existe para servir ao povo, e nós estamos aqui para garantir que ele continue cumprindo essa missão”, declarou Marco Antônio Xavier.
Com palavras de ordem, cartazes e forte presença das categorias do funcionalismo, a Marcha simbolizou a resistência das centrais sindicais, federações e sindicatos de todo o país diante de uma proposta que ameaça a estrutura do Estado e o acesso da população a serviços públicos de qualidade.