
Neste 17 de maio, a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), por meio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e Gênero, reforça seu compromisso com a luta contra todas as formas de discriminação, preconceito e violência motivadas por orientação sexual e identidade de gênero.
A data marca a retirada da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID) pela OMS, em 1990, e se tornou símbolo global da resistência LGBTQIAPN+ frente à intolerância. Para a secretária Cátia Aparecida Laurindo (Nega Show), "não podemos aceitar que, em pleno século XXI, pessoas continuem sendo agredidas, excluídas ou mortas por simplesmente serem quem são. O movimento sindical tem a responsabilidade de promover ambientes de trabalho livres de ódio, seguros e respeitosos para todas as pessoas."
A Nova Central reafirma que direitos humanos não são negociáveis. É preciso avançar em políticas de inclusão, combater o discurso de ódio e garantir dignidade para a população LGBTQIAPN+ nos espaços laborais e na sociedade. O respeito à diversidade é condição básica para uma democracia sólida, justa e igualitária.
Homofobia é crime. Respeito é o mínimo.