As 11 Centrais Sindicais lançaram quinta (17) campanha e abaixo-assinado pela manutenção do valor do Auxílio Emergencial em R$ 600,00 até o mês de dezembro (
saiba mais (
https://www.ncst.org.br/subpage.php?id=23643_18-09-2020_centrais-sindicais-lan-am-campanha-para-manter-aux-lio-emergencial-de-600-reais#destaques )).
A mobilização visa pressionar Rodrigo Maia, presidente da Câmara, a pautar a Medida Provisória 1.000/2020, editada por Bolsonaro em 3 de setembro. A MP prorroga o benefício até dezembro, mas reduz o valor em 50%, ou seja, para R$ 300,00.
Os sindicalistas querem que os parlamentares alterem a Medida e restabeleçam o valor de R$ 600,00. O texto recebeu 262 propostas de emenda de deputados e senadores. Boa parte eleva o valor do benefício.
Segundo Sérgio Nobre, presidente da CUT, o Auxílio já mostrou sua importância para a sobrevivência das famílias e da economia. “É um crime essa redução. Com R$ 300,00 não dá pra comprar a cesta básica. O valor de R$ 600 é fundamental”, reforça.
Assinaturas – O abaixo-assinado já está disponível nas redes sociais. Clique aqui e assine. Os Sindicatos também percorrerão fábricas e bairros pra conscientizar a população sobre a importância de se manter o valor.
UGT – Ricardo Patah, presidente da UGT, afirma que as Centrais estão unidas, mas é preciso que os Sindicatos mobilizem suas bases. Ele também reforça a ação política. “Nosso movimento deve se reunir com as bancadas e sensibilizar os políticos Brasil a fora. Essa campanha é essencial para os trabalhadores, o movimento sindical e o País”, comenta.
Economia – Segundo economistas, desde que começou a ser pago, o Auxílio tem garantido parte do consumo em um cenário de recessão e alto desemprego. “Esse Auxílio aquece o mercado interno. Quem ganha muito concentra renda. Quem ganha pouco gasta tudo. Isso faz a economia girar. Principalmente em regiões mais pobres”, afirma Pedro Afonso Gomes, presidente do Sindicato dos Economistas de SP. Ele lembra que as parcelas de R$ 600,00 garantiram a sobrevivência de milhões de brasileiros. “O dinheiro foi gasto basicamente com alimento. O fato é que muita gente está sobrevivendo com os R$ 600,00”, diz Pedro Afonso.
Segundo pesquisa do Datafolha, 53% dos entrevistados que receberam o Auxílio Emergencial compraram comida; 25% pagaram contas; e 16% utilizaram para outras despesas domésticas.
Assine –
Clique AQUI (
https://www.change.org/p/pela-manuten%C3%A7%C3%A3o-do-aux%C3%ADlio-emergencial-de-600-reais-at%C3%A9-dezembro?recruiter=271253031&recruited_by_id=2e5eec10-dbaf-11e4-93b3-49bfdf57bf33&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink&utm_campaign=psf_combo_share_initial )
e acesse o abaixo-assinado.
Nota –
Clique AQUI (
https://www.ncst.org.br/images_news/files/NOTA%2011%20CENTRAIS%20CAMPANHA%20VOTA600.pdf )
leia na íntegra documento das Centrais e do Dieese.
Fonte: Agência Sindical