Data de publicação: 25 Out 2019





por Manoel Paulo



O sindicalismo brasileiro se movimento para se assegurar relevante na luta em prol do trabalhador. Primeiro foi a PEC apresentada pelo deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM) que foi protocolada duas vezes e foi retirada por falta de assinatura e trazia em seu texto o fim da unicidade sindical, o que mexeu com o movimento sindical.

Em contraponto a PEC, foi apresentado o PL 5552/2019 pelo deputado Lincoln Portela (PL/MG). Esse projeto de Lei é defendido pela NCST, CTB, CSB e a FST.

E foi sobre o PL 5552/2019 que foi apresentado na quarta-feira (23) pelo José Calixto, presidente da NCST a líderes sindicais reunidos em São Paulo.

“A estrutura sindical é com o sindicalismo, não com o governo”, disse Calixto sobre o que pretende o projeto de lei.





O PL tem como objetivo regular a estrutura sindical, sem mexer na unicidade sindical, que para muitos será o fim do sindicalismo brasileiro como disse o secretário geral da CTB, Wagner Gomes: “Propor o fim da unicidade sindical é a morte do movimento”. Ele continua: “O PL apresentado é o que vai garantir a unicidade sindical e a sobrevivência do movimento”.

Além do secretário geral da CTB que esteve presente na plenária da NCST, o Eduardo Annunciato, conhecido como Chicão, presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, filiado à Força Sindical esteve na reunião e manifestou seu apoio ao PL 5552. “Esse projeto me representa 100%. Eu defenderei até esse PL”, disse Chicão.






“Esse o momento de unidade, enquanto algumas centrais só querem se manter viva”, enfatizou a vice-presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Estado de São Paulo (FETIASP), Neuza Barbosa.

Era esse o sentimento de todos ali. O movimento sindical precisa de unidade para o seu fortalecimento e desenvolvimento diante de tantos ataques contra o sindicalismo brasileiro.


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Fonte: Mundo Sindical