Data de publicação: 9 Set 2019



Segue forte a greve dos Condutores de São Paulo. Na manhã de sexta (06/09), a categoria protestava em frente à Prefeitura paulistana, cobrando diálogo com o governo municipal.





Luizinho, presidente da NCST/SP ao centro e ao lado do diretor de Comunicação da NCST, Nailton Francisco, em protesto juntos aos demais condutores da capital paulista



A paralisação começou na quinta-feira (05/09). São três as reivindicações principais da categoria: 1) Pagamento imediato e integral da PLR – que varia de R$ 1,2 mil a R$ 1,5 mil; 2) Não-redução da frota. A Prefeitura ameaça tirar de circulação 1,5 mil ônibus até final do ano; 3) Garantia de emprego aos cobradores.
Noventa - A Agência Sindical entrevistou Valdevan Noventa, presidente do Sindicato da categoria e também deputado federal (PSC-SE). Segundo o sindicalista, o principal problema tem sido “a redução frequente, todo mês, no número de ônibus em circulação”. Ele diz: “Além de desempregar trabalhadores, a redução da frota sacrifica a população, principalmente os trabalhadores”.




Para Noventa a redução da frota sacrifica a população



Noventa - A Agência Sindical entrevistou Valdevan Noventa, presidente do Sindicato da categoria e também deputado federal (PSC-SE). Segundo o sindicalista, o principal problema tem sido “a redução frequente, todo mês, no número de ônibus em circulação”. Ele diz: “Além de desempregar trabalhadores, a redução da frota sacrifica a população, principalmente os trabalhadores”.

Dirigente da Nova Central Sindical SP e condutor, Luiz Gonçalves (Luizinho) também falou com a Agência Sindical. Ele vê força no movimento. “Sem resposta da Prefeitura, a greve continua. O pessoal está muito revoltado com o não-pagamento da PLR, que deveria ter saído até o dia 5!” Para Luizinho, outro fator que mobiliza a categoria é a defesa do emprego. “Se cortarem os cobradores, 19 mil pais de família ficarão desempregados”, ele afirma.




Fonte: Agência Sindical