Data de publicação: 24 Jun 2019

No último dia 14, sexta-feira, os trabalhadores, atendendo a convocação das Centrais Sindicais NCST/PB, CUT/PB, CTB/PB, Conlutas/PB, sindicatos, federações, Frentes Povo Sem Medo, Brasil Popular, Movimentos Populares e UNE, realizaram mobilizações em João Pessoa, Campina Grande, Patos, Cajazeiras, Sousa, Guarabira, Sape, e outras 50 (cinquenta) cidades interioranas na Paraíba. Diversas categorias paralisaram suas atividades laborais, conforme já se estimava. As manifestações foram contra a chamada “reforma” da Previdência Social, em defesa das Universidades dos cortes do governo federal e por mais empregos.

A greve na Paraíba ganhou adesão dos mais diversos seguimentos entre trabalhadores, bancários, professores, metalúrgicos, portuários, ferroviários, motoristas, cobradores, caminhoneiros, trabalhadores da educação, da saúde, servidores públicos federais, estaduais e municipais, entre outras categorias que aprovaram a paralisação em suas respectivas assembleias.

“Diante da crise que passa o mercado do trabalho brasileiro, foi realizado mais um grande ato de protesto na contra a “reforma” da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) por meio de sua equivocada PEC 06/2019, que tem como objetivo principal, promover o desmonte do maior patrimônio público do povo brasileiro e entrega-lo ao mercado financeiro internacional, causando inevitáveis retrocessos. Esse governo não trata das questões sociais, ignoradas pelo fato da nossa Previdência já estar sob o controle do Ministério da Economia nas mãos do carrasco ministro Paulo Guedes. Por isso reafirmamos firme posicionamento contrário à ‘reforma’ da Previdência”, disse Antônio Erivaldo Henrique, presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado Paraíba – NCST/PB.

 

Fonte: Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado Paraíba – NCST/PB