Em lançamento do livro "Se é público, é para todos" entidades e professores analisam os impactos do programa de privatização de Temer sobre a economia e a sociedade brasileira.
Segundo Rita Serrano, das 157 empresas estatais listadas pelo governo, 30% delas já foram privatizadas
Apesar das
mobilizações (
https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2018/08/bancarios-se-manifestam-em-brasilia-nesta-quarta-por-bancos-publicos ) dos
trabalhadores (
https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2018/08/fup-debate-para-avancar-na-luta-pela-soberania-e-apontar-caminhos-contra-o-golpe )e movimentos sociais, das 157
empresas públicas (
https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2018/07/lula-temer-vende-patrimonio-publico-a-preco-de-banana ) listadas pelo Governo Federal, 30% delas já foram privatizadas, conforme aponta a coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, Rita Serrano. Durante debate realizado nesta quinta-feira (17), na Universidade Federal do ABC, em São Bernardo do Campo, especialistas analisaram os impactos da
privatização ( https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2018/07/privatizacao-da-cepisa-deve-causar-demissoes-e-precarizacao-dos-servicos ) em curso desde 2016.
Coautora do livro "Se é público, é para todos", organizado pelo colunista da Rádio Brasil Atual Emir Sader, Rita afirma que as
privatizações (
https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2018/07/privatizacao-da-cepisa-deve-causar-demissoes-e-precarizacao-dos-servicos ) em conjunto com o
sucateamento das empresas públicas (
https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2018/07/eletricitarios-do-rs-mantem-mobilizacao-para-evitar-privatizacao-da-ceee ), resultam em um processo de perdas para o Brasil, que afetam a população e o próprio governo, que deixa de lucrar com os dividendos repassados ao Estado pelas empresas estatais.
Ao repórter Jô Miyagui, do Seu Jornal, da TVT, o docente em Ciência Política da UFABC Sidney Jard da Silva acrescenta que, à medida que o programa de
privatização (
https://www.redebrasilatual.com.br/blogs/blog-na-rede/2018/07/quando-economistas-ortodoxos-se-inspiram-em-goebbels ) do governo de Michel Temer avança, o desenvolvimento econômico e social é comprometido. "O Estado deve estar a serviço da população e para ele prestar esse serviço é preciso controlar e regular certos setores estratégicos", defende.
Assista à reportagem completa:
Fonte: Rede Brasil Atual - RBA