Data de publicação: 20 Jun 2018



Sindicalistas do Sindicato dos Servidores Municipais de Neópolis - Sintramune tentaram dialogar e pedir apoio ao presidente da Câmara Municipal de Neópolis: Célio Lemos Bezerra, para que interviesse junto ao prefeito Luiz Melo dos Santos (Luizinho), na tentativa de discutir as diversas e importantes reivindicações da categoria. Apesar do esforço feito, Lemos não quis qualquer conversa com os sindicalistas. 

A manifestação ocorreu na última terça-feira (12/06), e prorrogou até (13/06), quando os diretores e filiados do Sintramune, liderados pelo presidente Gerinaldo Vieira dos Santos Silva, com a participação do Sindicato dos Trabalhadores de Educação Oficial Sergipe - Sintese, e apoio da Nova Central Sindical dos Trabalhadores – NCST, em Sergipe, lutaram por melhores condições de trabalho para os servidores públicos municipal da região.



Presidindo a NCST/SE esteve: Luís Borges de Lima, juntamente com o vice-presidente, Alvino Aquino. Além dos líderes sindicais citados anteriormente; o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Setor Têxtil de Nossa Senhora do Socorro - SINDVESO, Genival de Jesus Dória, fizeram juntos a mobilização pacífica em frente à Câmara Municipal de Neópolis em Sergipe. Nesse sentido, apenas o vereador: Professor Clebson, se posicionou favorável aos sindicalistas, inclusive participando diretamente das manifestações, tanto no dia 12/06, quanto no dia 13/06, já que o ato se estendeu por 24 horas. Em todos os movimentos, o Professor Clebson se fez presente. O mesmo não se pode dizer dos demais vereadores e, principalmente do presidente Célio Lemos Bezerra.

No entanto, o que mais revoltou os trabalhadores durante o ato,  foi o comando do prefeito Luizinho, de manter o policiamento cercando um ato religioso (procissão de Santo Antônio, padroeiro da cidade) que ocorreu concomitantemente ao protesto. A ordem foi cumprida à risca pelos policiais comandados pelo Major Márcio, responsável pelo contingente de PMs do município, de impedir qualquer tipo de aproximação dos sindicalistas ao ato religioso .

Os dirigentes sindicais lamentaram o descaso das autoridades políticas do município, frente aos interesses da categoria de servidores públicos. Para Luís Borges, da NCST/SE: “atos iguais aos sofridos pelos servidores. Nós condenamos. Defendemos o diálogo acima de qualquer ato coercitivo, na busca pela construção de um entendimento benéfico aos servidores. Melhoramos com isso a prestação de serviços, que passará a ser de qualidade para a população em geral, com o respeito e a valorização concedida aos trabalhadores reivindicantes".

Além dos dirigentes da NCST de Sergipe, do Sintramune e do vereador: Professor Clebson, estiveram presentes também: a Professora, Jociene Matilde, que é coordenadora regional do Sintese; o Professor, Alberto, também da coordenação de Neópolis, e Alvino Aquino Santos, que além de vice-presidente da NCST de Sergipe é presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado de Sergipe - FTIES. Todos condenaram as atitudes do prefeito, do presidente da Câmara e da grande maioria dos vereadores.





NCST/SE