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Nova Central-SP condena atentado ao acampamento pró-Lula em Curitiba

29 Abr 2018


Por volta das 4h00 de sábado (28/04) o acampamento em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba, sofreu atentado a tiros. Duas pessoas ficaram feridas, dentre elas, Jeferson Lima de Menezes presidente do Sindicato dos Motoboys do ABC – SP. O ato covarde foi condenado pela diretoria da Nova Central Sindical de Trabalhadores – SP (NCST).
 
Na opinião de Luiz Gonçalves (Luizinho) presidente Estadual da Nova Central – SP, o clima de intolerância que motivou o ataque ao acampamento Mariza Letícia beira o “fascismo” e pode gerar mais conflitos, caso as autoridades não interfiram e descubram os agressores.
 
“Numa democracia é inadmissível que pessoas que estão em local pacificamente, para defender o legado do ex-presidente Lula e sua libertação sejam alvejados por tiros como se fossem caças. Este lamentável e covarde episódio aumentará mais ainda nossa disposição de defender a democracia e lutar contra o golpe dado no Brasil, que derrubou a presidenta eleita Dilma Rousseff”, afirma Luizinho.
 
Segundo ele, todas as situações impunes como: o assassinato de Marielle Franco no Rio de Janeiro; tiros contra a caravana de Lula no Sul e as agressões aos manifestantes pela Plícia Militar do Estado do Paraná no dia da chegada de Lula a Curitiba, soma-se a outros praticados contra os movimentos sociais e sindicais por todo País.
 
“Os organizadores do acampamento disseram que o clima de insegurança se instalou desta a mudança de local no dia (17/04), por determinação judicial, quando integrantes do movimento haviam sido atacados na região. Desde aquele momento, a coordenação da vigília já exigia policiamento e apoio de viaturas, como foi sinalizado nos acordos para mudar o local do acampamento”, lamenta Gonçalves.
 
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